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Renault Fluence usado vale a pena? 2011 a 2018

Renault Fluence usado vale a pena? 2011 a 2018, versões e defeitos

Guia completo de compra

Resposta rápida: o Renault Fluence usado pode valer muito a pena para quem procura um sedã médio confortável, espaçoso, bem equipado e geralmente desvalorizado em relação a Corolla e Civic. A compra mais equilibrada costuma estar no Fluence 2.0 CVT de 2015 a 2018, especialmente Dynamique ou Privilège, desde que o histórico do câmbio, da suspensão, da parte elétrica e do arrefecimento esteja claro. Quem prefere simplicidade pode procurar um 2.0 manual de seis marchas. Já o Fluence GT turbo merece uma avaliação separada e muito mais criteriosa.

Vendido no Brasil principalmente entre os anos-modelo 2011 e 2018, o Fluence ocupa uma posição interessante entre os sedãs médios usados: oferece entre-eixos longo, porta-malas de 530 litros, motor 2.0 de até 143 cavalos de potência e opção de transmissão CVT X-Tronic. O grande atrativo é comprar muito carro por um valor normalmente inferior ao de rivais japoneses equivalentes.

Vale a pena? Sim, quando a procedência e a manutenção estão bem documentadas.
Melhor compra Fluence 2015 a 2018 2.0 CVT bem conservado.
Mais simples 2.0 manual de seis marchas com histórico claro.
Maior cuidado CVT sem histórico, suspensão cansada, elétrica e GT modificado.
Renault Fluence preto usado em movimento
O Renault Fluence é um sedã médio espaçoso, confortável e encontrado com preços competitivos no mercado de usados.

Renault Fluence usado vale a pena?

Sim. O Fluence é uma alternativa forte para quem quer conforto de sedã médio sem pagar o prêmio de mercado de modelos mais valorizados. O carro tem bom espaço traseiro, porta-malas grande, direção confortável, motor 2.0 adequado ao porte e, nas versões equipadas, chave-cartão, ar-condicionado digital, central multimídia, sensores e outros itens que ainda tornam a cabine agradável.

A desvalorização, entretanto, trabalha dos dois lados. Ela ajuda quem compra, mas também significa que alguns donos deixaram a manutenção para depois porque o reparo parecia caro em relação ao valor do carro. É justamente por isso que o Fluence barato demais merece mais investigação, não mais entusiasmo.

Pontos fortes

  • Espaço interno muito bom para quatro adultos.
  • Entre-eixos de aproximadamente 2,70 metros.
  • Porta-malas de 530 litros.
  • Motor 2.0 M4R com corrente de comando.
  • CVT confortável quando saudável.
  • Boa estabilidade e rodagem confortável.
  • Equipamentos generosos nas versões mais completas.
  • Preço de compra normalmente competitivo.

Pontos fracos

  • Consumo urbano apenas mediano.
  • Revenda mais lenta que Corolla e Civic.
  • Peças de acabamento podem custar caro.
  • Suspensão merece atenção em carros rodados.
  • CVT exige avaliação especializada quando não há histórico.
  • Eletrônica e cartão presencial devem ser testados.
  • Dimensões grandes para vagas apertadas.
  • GT e carros modificados exigem inspeção extra.
Compra mais racional: procure um Fluence 2015 a 2018 2.0 CVT com manutenção comprovada, pneus corretos, suspensão silenciosa, scanner sem falhas relevantes e câmbio funcionando de forma uniforme tanto frio quanto quente.

Para quem o Renault Fluence usado faz sentido?

Compensa para quem:

  • Quer sedã médio confortável sem pagar preço de Corolla.
  • Usa o banco traseiro com adultos ou crianças.
  • Viaja com bagagem.
  • Gosta de câmbio CVT suave no trânsito.
  • Prioriza espaço e equipamentos.
  • Aceita uma revenda menos rápida em troca de custo de compra menor.

Pode decepcionar quem:

  • Quer consumo de carro compacto.
  • Busca liquidez semelhante à de Corolla ou Civic.
  • Não pretende fazer inspeção mecânica antes da compra.
  • Quer peças de acabamento sempre baratas.
  • Não tem acesso a oficina familiarizada com Renault e CVT.
  • Precisa de carro pequeno para centros urbanos apertados.

Renault Fluence 2011 a 2018: fases e principais mudanças

Fase Anos Características Leitura de compra
Primeira fase 2011 a 2014 Motor 2.0 M4R, manual de seis marchas ou CVT X-Tronic, visual original e versões Expression, Dynamique e Privilège. Boa compra se estiver íntegro, mas idade e manutenção pesam bastante.
Reestilizado 2015 a 2018 Frente atualizada com logotipo Renault maior, interior e equipamentos revistos, mantendo o 2.0 e as opções manual/CVT conforme a versão. É a fase mais recomendada para compra racional.
Versões esportivas Anos específicos Fluence GT turbo e versões GT Line em períodos específicos da linha. GT e GT Line são configurações distintas; confirme motor, câmbio e documentação antes de comparar preços.

Fluence 2011 a 2014

A primeira fase já chegou bem equipada para a categoria. O motor M4R 2.0 16V utiliza bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas e corrente de distribuição. Havia câmbio manual de seis marchas e CVT X-Tronic com modo sequencial.

O maior cuidado hoje é a idade. Mesmo um carro aparentemente bonito pode acumular amortecedores, buchas, coxins, pneus, ar-condicionado, bateria, sensores e fluidos. Documentação de serviços vale muito.

Fluence 2015 a 2018

A reestilização tornou a frente mais alinhada à identidade da Renault da época. O sedã manteve o conjunto 2.0 e continuou atraente para quem queria conforto e equipamentos. Os modelos finais são os que normalmente combinam melhor idade, visual e evolução do produto.

Qual é o melhor ano do Renault Fluence usado?

Objetivo Escolha indicada Por que faz sentido
Melhor compra geral Fluence 2015 a 2018 2.0 CVT Fase mais nova, visual atualizado e bom nível de conforto.
Melhor custo-benefício Fluence Dynamique 2015 ou 2016 Costuma equilibrar equipamentos e preço sem chegar ao custo do topo de linha.
Mais completo Fluence Privilège bem conservado Boa lista de conforto, acabamento e conveniência.
Mais simples mecanicamente Fluence 2.0 manual Evita a complexidade adicional do CVT, embora seja menos comum.
Compra emocional Fluence GT original Versão especial e mais esportiva, mas exige inspeção e histórico superiores.
Comprar com cautela CVT sem histórico ou carro muito modificado O preço baixo pode esconder reparos de alto custo.
Estado vale mais que ano: um Fluence 2013 de único dono, com notas e câmbio saudável, pode ser melhor compra que um 2017 negligenciado.

Expression, Dynamique e Privilège: qual Fluence comprar?

Fluence Expression Fluence Dynamique Fluence Privilège Fluence GT Fluence GT Line

Fluence Expression

É a configuração mais simples em diferentes momentos da linha. Pode ser interessante para quem prioriza mecânica e espaço em vez de equipamentos. Confira item por item, porque pacotes variam conforme o ano.

Fluence Dynamique

Costuma ser a versão de melhor equilíbrio. É comum encontrar unidades com ar-condicionado digital, cartão presencial, rodas de liga, sensores e bom pacote de conveniência. Para a maioria dos compradores, é o ponto de partida mais racional.

Fluence Privilège

É a versão mais sofisticada da gama convencional em vários anos. Pode acrescentar bancos revestidos, teto solar e equipamentos de conforto. Verifique especialmente teto solar, sensores, ar-condicionado, chave-cartão e todos os módulos elétricos.

Fluence GT e GT Line: atenção para não confundir

Há muita confusão em anúncios. O Fluence GT foi uma versão voltada ao desempenho, com motor turbo e câmbio manual. O GT Line é uma configuração distinta e não deve ser tratado como sinônimo de GT. Antes de comparar preço ou manutenção, confirme motor, câmbio, ano e documentação do carro.

Isso importa porque preço, manutenção, seguro, pneus, suspensão e perfil de uso podem ser completamente diferentes. Um GT original e bem mantido merece valorização; um carro muito preparado, rebaixado ou com remapeamento sem documentação deve ser tratado como compra de maior risco.

Antes de comprar um GT: verifique originalidade do motor e turbocompressor, pressão de óleo, arrefecimento, embreagem, câmbio, freios, suspensão, pneus e eventuais alterações eletrônicas.

Motor 2.0 M4R do Fluence é bom?

O motor 2.0 16V M4R é um dos pontos fortes do Fluence. Nas versões flex convencionais, entrega 140 cavalos de potência com gasolina e 143 com etanol, a 6.000 rpm. O torque máximo informado pela Renault é de 19,9 kgfm com etanol e 20,3 kgfm com gasolina.

Ele utiliza bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas, variação de fase e corrente de distribuição. Portanto, não existe a troca periódica de correia dentada típica de muitos motores, mas corrente não significa manutenção zero: óleo correto, nível, arrefecimento e histórico continuam fundamentais.

Ponto positivo importante: o M4R tem bom torque para o uso cotidiano e combina especialmente bem com a proposta confortável do Fluence.

O que observar no motor

  • Partida fria rápida e marcha lenta estável.
  • Ausência de fumaça anormal.
  • Óleo sem borra e no nível correto.
  • Arrefecimento limpo, com aditivo adequado.
  • Ausência de vazamentos importantes.
  • Ventoinha funcionando corretamente.
  • Sem falhas de ignição ou luz de injeção.
  • Sem ruído metálico persistente de corrente ou componentes internos.

Câmbio CVT do Fluence é bom? Dá problema?

O Fluence usa uma transmissão continuamente variável CVT X-Tronic. Em funcionamento normal, ela deve entregar aceleração progressiva e suave, sem trocas tradicionais perceptíveis. O modo sequencial simula relações pré-definidas para dar maior sensação de controle ao motorista.

O CVT não deve ser condenado simplesmente por ser CVT. O problema é comprar uma unidade sem histórico, com fluido inadequado, superaquecimento anterior ou sintomas ignorados. A avaliação precisa ser feita com o conjunto frio e também quente.

Sinais de alerta no teste

  • Demora excessiva para engatar D ou R.
  • Tranco forte ao selecionar marcha.
  • Giro sobe e o carro demora a ganhar velocidade.
  • Vibração ou trepidação anormal em arrancada.
  • Ruído agudo ou ronco diferente vindo da transmissão.
  • Perda de desempenho depois que o câmbio aquece.
  • Luz de avaria ou mensagem no painel.
  • Histórico de manutenção contraditório ou inexistente.
Não compre um Fluence CVT apenas com volta no quarteirão. Faça percurso mais longo, pegue trânsito, subida, estrada, ré e manobras. Depois, faça scanner e avaliação em oficina que conheça transmissão CVT.
Interior do Renault Fluence com câmbio CVT
O CVT X-Tronic é confortável, mas a procedência da transmissão é um dos pontos decisivos na compra.

Consumo do Renault Fluence 2.0

Como referência oficial do Programa Brasileiro de Etiquetagem de 2016, as versões 2.0 CVT registram os números abaixo. O manual de seis marchas aparece com consumo um pouco melhor na mesma tabela.

Conjunto Etanol cidade Etanol estrada Gasolina cidade Gasolina estrada
Fluence 2.0 CVT 6,1 km/l 7,4 km/l 8,7 km/l 10,7 km/l
Fluence 2.0 manual de seis marchas 6,4 km/l 8,1 km/l 9,5 km/l 11,8 km/l

Valores oficiais medidos em condições padronizadas. O consumo real varia com trânsito, combustível, pneus, relevo, ar-condicionado, carga, estilo de condução e estado mecânico.

Fluence gastando muito combustível: o que verificar?

  • Pneus descalibrados ou fora da medida original.
  • Velas, bobinas e injetores.
  • Sonda lambda e sensores.
  • Válvula termostática e temperatura de funcionamento.
  • Filtro de ar e combustível.
  • Freios prendendo e alinhamento.
  • Funcionamento do CVT.

Ficha técnica prática do Renault Fluence 2.0

Motor M4R 2.0 16V flex, quatro cilindros
Cilindrada 1.998 cm³
Potência 140 cavalos de potência com gasolina / 143 com etanol
Torque 19,9 kgfm com etanol / 20,3 kgfm com gasolina
Transmissões Manual de seis marchas ou CVT X-Tronic, conforme versão
Distribuição Corrente de comando
Comprimento Aproximadamente 4,61 m nos primeiros anos e 4,64 m na fase final
Entre-eixos 2,703 m
Largura da carroceria Aproximadamente 1,81 m
Altura Aproximadamente 1,50 m vazio
Porta-malas 530 litros
Tanque Aproximadamente 59 litros
Peso de referência Cerca de 1.344 kg no manual e 1.372 kg no CVT na fase final

Interior, espaço traseiro e porta-malas

O espaço é um dos melhores argumentos para comprar um Fluence. O entre-eixos de 2,703 metros permite bom espaço para as pernas no banco traseiro, enquanto a carroceria larga acomoda melhor os passageiros que sedãs compactos.

O porta-malas tem 530 litros, capacidade suficiente para viagens familiares. A tampa é grande, mas sempre vale testar malas ou carrinho de bebê se esse for um ponto decisivo.

Painel do Renault Fluence reestilizado
Versões mais equipadas oferecem uma cabine agradável, mas todos os comandos eletrônicos devem ser testados antes da compra.

O que testar no interior

  • Cartão presencial e partida.
  • Ar-condicionado e todas as zonas/velocidades disponíveis.
  • Vidros, travas e rebatimento dos retrovisores, quando equipado.
  • Central multimídia, Bluetooth e navegação, se houver.
  • Sensor de estacionamento e câmera.
  • Teto solar nas versões equipadas.
  • Regulagens dos bancos.
  • Ruídos internos em pisos irregulares.

Segurança e recalls do Renault Fluence

O Fluence ofereceu airbags, ABS e, dependendo da versão, recursos adicionais de segurança e estabilidade. Como a configuração muda conforme ano e versão, confirme os equipamentos presentes no carro avaliado.

Também é importante consultar campanhas de recall pelo número do chassi. A Renault mantém uma ferramenta oficial de consulta por VIN.

Consulta obrigatória: antes de comprar, confirme recalls pendentes diretamente na Renault e verifique se os reparos anteriores constam no histórico.

Faça a consulta na página oficial de recall da Renault.

A manutenção do Renault Fluence é cara?

O custo é de sedã médio, não de carro popular. Itens de motor e suspensão têm boa oferta no mercado, mas acabamento, eletrônica, faróis, módulos, peças específicas e reparos de CVT podem custar mais do que o comprador imagina olhando apenas o preço do carro.

O que considerar na primeira revisão depois da compra

  • Óleo do motor e filtro na especificação correta.
  • Filtros de ar, combustível e cabine.
  • Velas e sistema de ignição.
  • Líquido de arrefecimento e inspeção de vazamentos.
  • Fluido de freio e condição de discos e pastilhas.
  • Suspensão, terminais, bieletas, buchas e amortecedores.
  • Pneus, alinhamento e balanceamento.
  • Estado da bateria e sistema de carga.
  • Diagnóstico do CVT e verificação do histórico de serviço.
  • Scanner completo nos módulos eletrônicos.

Para entender melhor óleo e intervalos, consulte o guia completo de troca de óleo do motor.

Problemas comuns e pontos de atenção do Renault Fluence usado

Os itens abaixo não significam que todo Fluence apresenta esses defeitos. Eles formam uma lista de inspeção baseada nos sistemas que mais podem gerar gasto relevante em um sedã médio usado com essa idade.

1. Câmbio CVT sem histórico

É o ponto que mais assusta compradores. Avalie funcionamento quente e frio, faça scanner e confirme o fluido utilizado em serviços anteriores. Trancos fortes, patinação ou ruído anormal exigem diagnóstico.

2. Suspensão dianteira e traseira

O peso do carro e pisos ruins desgastam buchas, bieletas, pivôs, amortecedores e coxins. Passe devagar por irregularidades e observe ruídos e desgaste irregular dos pneus.

3. Coxins do motor e câmbio

Vibração excessiva em marcha lenta, pancada em arrancada ou movimento exagerado do conjunto podem indicar coxins cansados.

4. Arrefecimento

Verifique nível, aditivo, reservatório, mangueiras, radiador e funcionamento das ventoinhas. Marcas de vazamento ou histórico de superaquecimento são sinais para desistir até existir diagnóstico.

5. Bobinas, velas e falhas de ignição

Engasgos, luz de injeção, partida ruim e consumo alto pedem scanner e inspeção do sistema de ignição e alimentação.

6. Cartão presencial e chave

Teste todos os cartões. Substituição, codificação e falhas de antenas ou leitores podem gerar gasto e transtorno.

7. Ar-condicionado

Em carro dessa categoria, sistema de climatização precisa funcionar perfeitamente. Teste por tempo suficiente, parado e rodando.

8. Teto solar e drenos

Nas versões equipadas, verifique abertura, fechamento, ruídos, infiltração e sinais de umidade no forro ou colunas.

9. Central multimídia e sensores

Teste tela, som, Bluetooth, comandos, sensores e câmera. Instalações paralelas malfeitas podem criar falhas difíceis de rastrear.

10. Direção e geometria

O carro deve seguir reto, sem volante torto, vibração ou desgaste desigual de pneus. Impactos e suspensão cansada alteram geometria.

11. Freios

Vibração no pedal ou volante durante frenagem pode indicar discos empenados ou componentes desgastados. ABS não pode manter luz acesa.

12. GT modificado

No GT, redobre o cuidado com preparação, escape, pressão de turbo, embreagem, freios, suspensão e remapeamento. Originalidade e documentação valem dinheiro.

Checklist antes de comprar um Renault Fluence usado

  • Faça a primeira partida com o motor totalmente frio.
  • Observe luzes de óleo, injeção, airbag, ABS e estabilidade.
  • Escute ruídos metálicos e falhas de marcha lenta.
  • Confira óleo, vazamentos e sinais de borra.
  • Inspecione todo o sistema de arrefecimento.
  • Teste o CVT frio e quente, inclusive ré e subida.
  • No manual, verifique embreagem e engates.
  • Passe em piso irregular para avaliar suspensão e acabamento.
  • Confira pneus, data de fabricação e desgaste.
  • Teste cartão presencial, chave e partida.
  • Teste ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores.
  • Confira teto solar, quando equipado.
  • Teste central multimídia, sensores e câmera.
  • Faça diagnóstico eletrônico com scanner.
  • Consulte recall pelo chassi.
  • Verifique leilão, sinistro, financiamento e restrições.
  • Faça laudo cautelar independente.
  • Leve o carro a oficina que conheça Renault e CVT.

Consulte também como verificar batida, leilão ou sinistro e como consultar a placa de um carro pela internet.

Fluence ou concorrentes: qual sedã usado escolher?

Concorrente Onde o rival se destaca Onde o Fluence pode ser melhor
Nissan Sentra Boa combinação de CVT, espaço e mercado. Acabamento e lista de equipamentos podem ser mais atraentes em algumas versões.
Toyota Corolla Liquidez, reputação e confiabilidade. Preço de compra normalmente menor e bom espaço pelo valor.
Honda Civic Dirigibilidade, mercado e imagem forte. Mais porta-malas e, em geral, menor preço de entrada.
Chevrolet Cruze Acabamento e conjunto mais esportivo. Espaço traseiro e CVT suave para uso tranquilo.
Volkswagen Jetta Desempenho nas versões turbo e boa estabilidade. Menor complexidade no 2.0 aspirado e compra geralmente mais barata.
Peugeot 408 Conforto e equipamentos. Motor 2.0 M4R e mercado do Fluence podem facilitar a escolha conforme a região.

Fluence ou Sentra?

Os dois compartilham a filosofia de sedã 2.0 com CVT e muito espaço. A escolha deve considerar estado, histórico do câmbio, equipamentos e preço. Entre dois carros equivalentes, compre o mais íntegro.

Fluence ou Corolla?

O Corolla normalmente é mais fácil de revender e possui reputação muito forte. O Fluence pode entregar mais equipamentos e espaço por um investimento menor. Para quem pretende ficar vários anos com o carro, a diferença de compra pode ser relevante.

Veja também a avaliação do Toyota Corolla usado no OnlyCars.

Fluence ou Civic?

O Civic costuma ter maior procura e condução mais envolvente. O Fluence responde com espaço, porta-malas e custo de aquisição mais baixo em muitos anúncios.

Confira também o guia do Honda Civic G8 usado.

Vídeo: Renault Fluence usado vale a pena?

O vídeo abaixo complementa este guia com uma avaliação prática do modelo.

Vídeo publicado pelo canal Carro Chefe no YouTube.

Conclusão: Renault Fluence usado vale a pena?

O Renault Fluence usado vale a pena para quem procura um sedã médio grande, confortável e bem equipado sem pagar o mesmo valor de rivais mais valorizados. O motor 2.0 M4R é adequado ao porte e utiliza corrente de comando, enquanto o CVT entrega conforto quando está saudável.

A melhor compra geral tende a ser um Fluence 2015 a 2018 2.0 CVT com histórico claro. O Dynamique costuma reunir o melhor equilíbrio, enquanto o Privilège é indicado para quem valoriza equipamentos. O manual é interessante para quem prefere simplicidade e aceita uma oferta menor no mercado.

O ponto decisivo é não comprar apenas pelo preço baixo. CVT, suspensão, arrefecimento, elétrica, cartão presencial, pneus e estrutura precisam ser avaliados. Em um GT, a originalidade e o histórico são ainda mais importantes.

Veredito final: o Fluence é uma das opções de “muito carro pelo dinheiro” entre os sedãs médios usados, mas só vira bom negócio quando manutenção e procedência acompanham o preço.

Perguntas frequentes sobre o Renault Fluence usado

Renault Fluence usado vale a pena?

Sim. Ele oferece bom espaço, conforto, porta-malas grande e motor 2.0 por um preço normalmente competitivo. A procedência do CVT e da manutenção é decisiva.

Quais anos do Fluence são avaliados neste guia?

O foco são os anos-modelo 2011 a 2018 vendidos no Brasil.

Qual é o melhor ano do Renault Fluence?

Em geral, os modelos reestilizados de 2015 a 2018 são os mais interessantes por serem mais novos e manterem o bom conjunto 2.0.

Qual versão do Fluence é melhor?

O Dynamique costuma oferecer o melhor equilíbrio entre preço e equipamentos. O Privilège é mais completo e o Expression pode ser mais barato.

Fluence Dynamique vale a pena?

Sim. É uma das versões mais fáceis de recomendar quando está bem conservada e com histórico de manutenção.

Fluence Privilège vale a pena?

Vale para quem quer mais equipamentos, desde que teto solar, eletrônica, climatização e demais itens estejam funcionando corretamente.

O motor 2.0 M4R do Fluence é bom?

Sim. É um motor 2.0 de quatro cilindros, com bloco de alumínio, corrente de comando e até 143 cavalos de potência com etanol.

O Fluence usa correia dentada?

O motor 2.0 M4R das versões convencionais usa corrente de distribuição, e não correia dentada.

O câmbio CVT do Fluence é bom?

Pode ser muito confortável e durável quando está saudável. Exige teste com o carro frio e quente, histórico e diagnóstico especializado antes da compra.

O câmbio CVT do Fluence dá problema?

Pode apresentar problemas em unidades mal mantidas ou com histórico desconhecido. Trancos fortes, patinação, ruídos e perda de desempenho quente são sinais de alerta.

Fluence manual ou CVT: qual comprar?

O manual é mecanicamente mais simples. O CVT é mais confortável no trânsito. Para a maioria dos compradores, um CVT com histórico comprovado é a configuração mais atraente.

Qual é o consumo do Fluence 2.0 CVT?

Na tabela do Inmetro de 2016, registra cerca de 6,1 km/l na cidade e 7,4 km/l na estrada com etanol, ou 8,7 e 10,7 km/l com gasolina.

Quantos litros tem o porta-malas do Fluence?

O porta-malas tem capacidade aproximada de 530 litros.

Qual é a capacidade do tanque do Fluence?

O manual informa capacidade aproximada de 59 litros.

O Fluence é bom para família?

Sim. O entre-eixos de 2,70 metros e o porta-malas de 530 litros ajudam bastante no uso familiar e em viagens.

Fluence GT e GT Line são iguais?

Não. GT e GT Line são configurações distintas. Confirme sempre motor, câmbio, ano e documento do veículo antes de comparar as versões.

Quais problemas devem ser observados no Fluence?

Os principais pontos de inspeção são CVT, suspensão, coxins, arrefecimento, ignição, cartão presencial, ar-condicionado, elétrica, freios e estrutura.

A manutenção do Fluence é cara?

É manutenção de sedã médio. Motor e suspensão podem ter boa oferta de peças, mas eletrônica, acabamento e reparos de transmissão podem custar mais que em carros populares.

Renault Fluence tem recall?

Podem existir campanhas aplicáveis a determinados chassis. A consulta correta deve ser feita pelo VIN na página oficial da Renault.

O que verificar antes de comprar um Fluence usado?

Confira motor frio, arrefecimento, câmbio, suspensão, pneus, freios, cartão presencial, ar-condicionado, elétrica, scanner, recalls, estrutura e documentação.