Honda Fit usado 2009 a 2014 vale a pena comprar
Honda Fit 2009 a 2014: guia de compra com versões, consumo, manutenção e pontos de atenção.

Honda Fit usado vale a pena? Guia completo 2009 a 2014

Conteúdo revisado em setembro de 2026

O Honda Fit 2009 a 2014 de segunda geração continua sendo um dos usados mais procurados por quem quer um carro compacto por fora, muito aproveitável por dentro e com opção de câmbio automático convencional. Mas a fama de confiabilidade não deve substituir uma avaliação cuidadosa: em 2026, até os exemplares mais novos dessa geração já acumulam muitos anos de uso.

Neste guia você vai descobrir se o Honda Fit 2009 a 2014 usado vale a pena, quais são as diferenças entre 1.4 e 1.5, manual e automático, DX, LX, LXL, EX, EXL, CX e Twist, consumo oficial, problemas que merecem atenção, melhor ano, melhor versão, preço de referência pela FIPE e o que verificar antes da compra.

Resposta rápida: o Fit dessa geração continua sendo uma compra muito interessante quando está íntegro. Para quem quer desempenho e equipamentos, o 1.5 é especialmente atraente. Para quem prioriza economia e simplicidade, o 1.4 também faz sentido. Em qualquer versão, histórico de manutenção e estado real do carro devem pesar mais que ano, quilometragem anunciada ou fama da marca.
Melhor faixa de anos

2013 e 2014 da segunda geração, quando íntegros.

Melhor conjunto geral

1.5 EX automático bem conservado.

Melhor foco em economia

1.4 manual em bom estado.

Maior cuidado

Carro sem histórico, câmbio negligenciado ou estrutura reparada.

Honda Fit de segunda geração usado em vista dianteira
O Honda Fit de segunda geração ficou conhecido pelo ótimo aproveitamento do espaço interno em uma carroceria compacta.

Honda Fit 2009 a 2014 usado vale a pena?

Sim, desde que você encontre um exemplar bem conservado. O Fit combina direção elétrica, dimensões compactas, bom espaço para passageiros, porta-malas de 384 litros e um sistema de bancos traseiros muito versátil.

Ele também tem uma vantagem importante para quem procura um automático usado: nessa geração o câmbio não é CVT nem automatizado de embreagem simples. Trata-se de uma transmissão automática convencional de cinco marchas.

Vale considerar se você:

  • quer um carro compacto e espaçoso;
  • valoriza versatilidade dos bancos;
  • quer direção elétrica;
  • procura automático convencional;
  • usa o carro na cidade e também viaja;
  • precisa transportar objetos com frequência.

Pode não ser ideal se você:

  • quer suspensão muito macia em piso ruim;
  • busca peças sempre pelo menor preço;
  • precisa de grande altura livre do solo;
  • quer desempenho esportivo;
  • não pretende fazer inspeção pré-compra.

Qual Honda Fit 2009 a 2014 estamos avaliando?

Este guia trata da segunda geração brasileira do Fit, conhecida como New Fit. Ela estreou como linha 2009 e permaneceu em produção até a chegada da terceira geração em 2014.

Atenção aos anúncios de 2014: existe sobreposição de ano no mercado porque a terceira geração começou a ser produzida no Brasil em 2014. Por isso, não compre apenas olhando o ano do documento. Confira visual, geração, versão e ano-modelo.

A segunda geração é facilmente reconhecida pelos faróis grandes e alongados, pelo perfil de monovolume e pelo painel de desenho arredondado. Já a geração seguinte tem carroceria mais angulosa e voltou a usar transmissão CVT.

Honda Fit segunda geração rodando em estrada
O Fit prioriza versatilidade e uso cotidiano, mas o motor 1.5 também atende bem viagens e carro carregado.

Honda Fit 2009 a 2014: mudanças por ano

Ano Principais características Leitura no mercado de usados
2009 Estreia da segunda geração. LX e LXL com 1.4; EX e EXL com 1.5. Mais antigos e normalmente mais baratos. Estado pesa muito.
2010 Mantém a base mecânica e a estrutura de versões da estreia. Pode ter bom custo-benefício quando bem conservado.
2011 Entrada da versão DX, mais simples. Boa alternativa para quem prioriza preço.
2012 Última fase do desenho original; durante 2012 chegou a linha 2013 reestilizada. Confira sempre ano de fabricação e ano-modelo.
2013 Visual atualizado, novos para-choques e grade, tanque maior e chegada do Twist. Uma das fases mais interessantes da geração.
2014 Fase final. DX, LX, EX e Twist aparecem conforme o período; a CX entrou no fim do ciclo substituindo a DX. Boa escolha, mas confirme se é realmente a segunda geração.

A linha 2013 é particularmente importante porque recebeu mudanças externas e o tanque passou de aproximadamente 42 para 47 litros. A mecânica principal, entretanto, permaneceu baseada nos motores 1.4 e 1.5 i-VTEC.

Honda Fit prata usado de segunda geração
Entre carros dessa idade, procedência e conservação são mais importantes que escolher exclusivamente pelo ano.

Honda Fit DX, CX, LX, LXL, EX, EXL ou Twist: qual a diferença?

Versão Motor Perfil Como avaliar hoje
DX 1.4 Entrada Interessante se o preço compensar e os equipamentos atenderem.
CX 1.4 Entrada na fase final Rara em relação às demais; confira equipamentos e procedência.
LX 1.4 Intermediária Boa relação entre equipamentos, consumo e preço.
LXL 1.4 Intermediária superior Muito interessante nos primeiros anos da geração.
EX 1.5 Mais equipada Uma das configurações mais equilibradas para compra.
EXL 1.5 Topo de linha Boa quando íntegra, mas compare preço e estado.
Twist 1.5 Visual aventureiro Mecânica semelhante à linha 1.5; escolha principalmente pelo estado e gosto visual.

O Twist merece uma observação: apesar da aparência aventureira, sua proposta é urbana. O conjunto mecânico permanece próximo ao das versões 1.5 convencionais.

Motor 1.4 ou 1.5: qual Honda Fit comprar?

Característica 1.4 i-VTEC 1.5 i-VTEC
Cilindrada 1.339 cm³ 1.496 cm³
Potência gasolina 100 cv 115 cv
Potência etanol 101 cv 116 cv
Torque máximo 13,0 kgfm 14,8 kgfm
Perfil Uso urbano e economia Melhor desempenho e retomadas

O 1.4 movimenta o carro adequadamente e pode ser uma ótima compra para uso urbano. Já o 1.5 oferece respostas melhores, principalmente com passageiros, bagagem ou em estrada.

Nos números padronizados do Inmetro para a linha 2013, o 1.4 apresentou consumo ligeiramente melhor nas configurações equivalentes. Portanto, não é correto afirmar que o 1.5 seja sempre mais econômico.

O Honda Fit usa correia dentada?

Os motores dessa geração utilizam corrente no comando de válvulas. Isso elimina a troca periódica de uma correia dentada de sincronismo, mas não elimina a necessidade de óleo correto, nível adequado e manutenção preventiva.

Interior do Honda Fit automático de segunda geração
O interior privilegia ergonomia e espaço. Equipamentos e acabamento variam bastante conforme a versão.

Honda Fit 2009 a 2014 automático é CVT?

Não. Essa é uma das informações mais importantes para quem pesquisa o modelo. A segunda geração brasileira utiliza câmbio automático convencional de cinco marchas com conversor de torque.

O CVT foi utilizado na primeira geração e voltou na terceira geração. Por isso, anúncios que chamam um Fit 2009, 2010, 2011, 2012 ou 2013 dessa geração de “CVT” estão usando a descrição errada.

O automático de cinco marchas é bom?

Pode ser uma boa escolha, desde que tenha manutenção coerente. A transmissão deve engatar D e R sem demora anormal, trocar marchas de forma progressiva e não apresentar patinação ou trancos fortes.

  • teste o carro completamente frio;
  • repita o teste após aquecer;
  • faça acelerações leves e moderadas;
  • observe reduções em subidas;
  • teste marcha a ré;
  • pergunte qual fluido foi utilizado;
  • procure comprovantes das manutenções.
Evite comprar sem testar: um Fit automático barato com manutenção desconhecida pode deixar de ser barato rapidamente. Se houver sintoma de transmissão, faça diagnóstico antes do pagamento.

Ficha técnica do Honda Fit 2013 como referência da geração

Motores 1.4 16V i-VTEC Flex e 1.5 16V i-VTEC Flex
Tração Dianteira
Câmbio manual 5 marchas
Câmbio automático 5 marchas convencional
Direção Assistência elétrica progressiva
Suspensão dianteira McPherson
Suspensão traseira Barra de torção
Comprimento 3.900 mm
Largura 1.695 mm
Altura 1.535 mm
Entre-eixos 2.500 mm
Porta-malas 384 litros
Tanque — linha 2013 Aproximadamente 47 litros

As especificações de equipamentos, rodas, pneus, freios e peso variam conforme versão e ano. O tanque era menor antes da atualização da linha 2013.

Consumo do Honda Fit 1.4 e 1.5

A tabela abaixo utiliza os números oficiais do Programa Brasileiro de Etiquetagem para o Honda Fit linha 2013. São resultados padronizados de laboratório ajustados para representar condições usuais; o consumo real pode variar.

Versão mecânica Etanol cidade Etanol estrada Gasolina cidade Gasolina estrada
1.4 manual 8,1 km/l 9,2 km/l 11,8 km/l 13,3 km/l
1.4 automático 6,6 km/l 8,5 km/l 11,0 km/l 12,5 km/l
1.5 manual 7,6 km/l 8,5 km/l 11,3 km/l 12,2 km/l
1.5 automático 6,8 km/l 8,2 km/l 10,5 km/l 12,2 km/l

Se um Fit estiver consumindo muito acima do esperado, investigue pneus, alinhamento, velas, bobinas, filtro de ar, sistema de injeção, freios, qualidade do combustível e estado geral do motor.

Espaço interno e porta-malas: um dos grandes motivos para comprar

A grande virtude do Fit é fazer muito com pouco espaço externo. Com apenas 3,90 metros de comprimento, ele oferece 384 litros de porta-malas e uma cabine com excelente aproveitamento.

O sistema ULT dos bancos traseiros permite variar a configuração para acomodar passageiros ou objetos altos e compridos. Na prática, isso é uma vantagem real para quem carrega compras, caixas, bicicletas, plantas, malas ou objetos volumosos.

Porta-malas do Honda Fit de segunda geração
O porta-malas de 384 litros é complementado pelo sistema de bancos traseiros extremamente versátil.

Honda Fit 2009 a 2014: problemas e pontos de atenção

Essa geração não ficou conhecida por um único defeito mecânico grave capaz de condenar todos os exemplares. O principal problema em 2026 é a combinação de idade, quilometragem, piso ruim e manutenção acumulada.

1. Suspensão dianteira

Passe em ruas irregulares em baixa velocidade. Batidas secas, estalos e folgas podem indicar desgaste em componentes como buchas, bieletas, coxins, pivôs ou amortecedores.

2. Câmbio automático

Observe trancos excessivos, patinação, demora para engatar e comportamento diferente entre frio e quente. Histórico de fluido correto é um ponto importante.

3. Motor e marcha lenta

O motor deve pegar rapidamente, funcionar sem oscilações fortes e não apresentar fumaça anormal. Luz de injeção acesa, falhas ou perda de potência devem ser diagnosticadas.

4. Regulagem de válvulas

A folga das válvulas merece atenção dentro da manutenção. Ruídos excessivos, funcionamento irregular ou histórico desconhecido justificam inspeção em oficina que conheça motores Honda.

5. Coxins e vibração

Vibração excessiva em marcha lenta, principalmente com o carro parado e transmissão engatada, merece investigação. Não troque peças por tentativa: coxins, ignição e funcionamento do motor devem ser avaliados corretamente.

6. Ruídos de acabamento

Com a idade, podem aparecer ruídos no interior, tampão traseiro e revestimentos. Eles não significam necessariamente problema estrutural, mas ajudam a revelar o tipo de uso e conservação.

7. Ar-condicionado e elétrica

Teste ar-condicionado, ventilador, vidros, travas, retrovisores, rádio, iluminação, limpadores e todos os comandos.

8. Parte inferior e para-choques

O Fit não é alto. Observe marcas de impacto em para-choques, protetores, escapamento e região inferior da carroceria.

9. Funilaria e colisões

Veja diferenças de cor, excesso de verniz, desalinhamento de portas, parafusos marcados, soldas fora do padrão e folgas irregulares entre painéis.

Honda Fit usado visto pela traseira
Estado da carroceria, alinhamento das peças e histórico de manutenção são mais importantes que brilho de pintura.

Honda Fit tem recall? O que verificar

Sim. Algumas unidades da geração estiveram envolvidas em campanhas de recall ao longo dos anos.

Uma das campanhas atingiu determinados Fit fabricados entre os anos-modelo 2011 e 2015 por uma questão relacionada ao sistema de combustível. Também existem campanhas envolvendo componentes do sistema de airbag em veículos Honda.

Não tente decidir pelo ano apenas. Recall deve ser conferido individualmente pela placa ou pelo número do chassi no sistema oficial da Honda. O reparo de recall continua gratuito mesmo para carros usados e fora da garantia.

Qual o melhor ano do Honda Fit 2009 a 2014?

Para quem compra hoje, 2013 e 2014 da segunda geração formam uma faixa especialmente interessante. São os carros mais novos do ciclo e já contam com a atualização visual.

Isso não significa que todo 2013 ou 2014 seja melhor. Um Fit 2010 com histórico completo, estrutura original e manutenção comprovada pode ser uma compra muito mais inteligente que um 2014 negligenciado.

Objetivo Configuração para procurar Motivo
Melhor equilíbrio geral EX 1.5 automático 2013/2014 Bom desempenho, equipamentos e conforto.
Economia e simplicidade LX 1.4 manual Consumo favorável e conjunto mais simples.
Automático com custo mais baixo LX 1.4 automático íntegro Conforto sem precisar ir para as versões mais caras.
Mais equipado EXL 1.5 Maior nível de acabamento e equipamentos conforme o ano.
Visual diferenciado Twist 1.5 Estilo exclusivo sem grande mudança mecânica.
Maior cautela Qualquer versão muito abaixo do mercado Pode esconder manutenção acumulada, colisão ou problemas documentais.
Regra mais importante: compre o melhor exemplar que o seu orçamento permitir. Em carros com mais de dez anos, estado real e histórico valem mais que pequenas diferenças de versão.

Honda Fit 2009 a 2014: Tabela FIPE em setembro de 2026

Para comparar os anos de forma coerente, a tabela abaixo utiliza uma única configuração: Honda Fit LX 1.4 automático, código FIPE 014040-6.

Ano-modelo Versão de referência FIPE setembro/2026
2009 LX 1.4 automático R$ 41.747
2010 LX 1.4 automático R$ 43.619
2011 LX 1.4 automático R$ 45.195
2012 LX 1.4 automático R$ 48.397
2013 LX 1.4 automático R$ 51.894
2014 LX 1.4 automático R$ 54.004

Referência: setembro de 2026. A FIPE é atualizada mensalmente e varia conforme versão e ano-modelo. O preço real de negociação também depende de conservação, região, quilometragem, documentação e histórico.

Vale pagar acima da FIPE?

Pode fazer sentido quando o carro tem estrutura original, manutenção documentada, pneus bons, revisão recente, baixa necessidade de reparos e conservação claramente superior.

Um Fit barato demais também merece cautela: pneus, suspensão, câmbio, ar-condicionado, pintura, funilaria e manutenção acumulada podem consumir rapidamente a diferença.

Honda Fit ou concorrentes usados?

Modelo Ponto forte O que comparar com o Fit
Honda City Porta-malas maior e carroceria sedã Fit é mais versátil internamente.
Nissan Tiida Bom espaço e conforto Compare conservação, consumo e liquidez.
Nissan Livina Espaço familiar Fit é menor por fora e muito bem aproveitado por dentro.
Chevrolet Meriva Boa cabine e ampla oferta de peças Compare consumo, estado e custo de manutenção.

Nenhum desses carros deve ser escolhido apenas pela ficha técnica. Nessa faixa de idade, um concorrente muito bem conservado pode ser melhor compra que um Fit maltratado.

Checklist para comprar Honda Fit usado

Motor

  • ligue totalmente frio;
  • observe marcha lenta;
  • procure vazamentos;
  • escute ruídos metálicos;
  • verifique fumaça no escapamento;
  • confirme o estado do líquido de arrefecimento;
  • verifique histórico de óleo e filtros.

Câmbio automático

  • teste D e R;
  • faça percurso frio e quente;
  • observe trancos;
  • observe patinação;
  • confira histórico do fluido;
  • faça diagnóstico se houver qualquer sintoma.

Suspensão, freios e pneus

  • passe em piso irregular;
  • escute batidas e estalos;
  • observe desgaste irregular dos pneus;
  • verifique discos e pastilhas;
  • teste estabilidade em linha reta;
  • observe ruídos ao esterçar.

Carroceria

  • compare tonalidades de pintura;
  • veja alinhamento de portas e capô;
  • procure soldas fora do padrão;
  • observe parafusos marcados;
  • inspecione assoalho;
  • faça laudo cautelar.

Interior e elétrica

  • teste ar-condicionado;
  • teste vidros e travas;
  • teste retrovisores;
  • teste todos os comandos do painel;
  • confira rebatimento dos bancos;
  • observe desgaste de volante, banco e pedais.

Antes de pagar

  • consulte recalls pela placa ou chassi;
  • faça scanner eletrônico;
  • confira débitos e restrições;
  • confira numeração de chassi e etiquetas;
  • faça inspeção pré-compra independente;
  • não compre apenas pela fama da Honda.

Avaliação do Honda Fit usado em vídeo

Para complementar o guia, o vídeo abaixo mostra o Honda Fit usado em avaliação e ajuda a observar detalhes de funcionamento, espaço e comportamento que não aparecem apenas em fotos.

Vídeo do canal Meu Carro LifeStyle.

Conclusão: vale a pena comprar um Honda Fit 2009 a 2014?

Sim. O Honda Fit de segunda geração continua sendo um usado muito competente para quem valoriza espaço, versatilidade, facilidade de uso urbano e mecânica relativamente simples.

O motor 1.4 é adequado para quem quer economia e uso cotidiano. O 1.5 entrega desempenho melhor e é especialmente interessante para estrada e carro carregado. O automático de cinco marchas também é uma boa alternativa quando possui manutenção comprovada.

Para a maioria dos compradores, os modelos 2013 e 2014 da segunda geração são os mais atraentes. Entre as versões, o EX 1.5 automático forma um conjunto bastante equilibrado, enquanto o LX 1.4 costuma ser uma opção racional para quem quer gastar menos.

Resumo final: procure o Fit mais íntegro que o orçamento permitir. Um 2010 bem mantido pode ser uma compra melhor que um 2014 maltratado. Estado, histórico, laudo e manutenção valem mais que o ano isoladamente.

Perguntas frequentes sobre Honda Fit 2009 a 2014

Honda Fit 2009 a 2014 usado vale a pena?

Sim. Quando está bem conservado, reúne bom espaço interno, porta-malas de 384 litros, direção elétrica, mecânica conhecida e excelente versatilidade.

Qual é o melhor ano do Honda Fit dessa geração?

2013 e 2014 costumam ser os anos mais interessantes por estarem na fase final da segunda geração. Mesmo assim, conservação e histórico são mais importantes que o ano.

Qual é a melhor versão do Honda Fit usado?

O EX 1.5 automático é uma das configurações mais equilibradas para quem quer desempenho, conforto e equipamentos. LX 1.4 também pode oferecer ótimo custo-benefício.

Honda Fit 1.4 ou 1.5: qual é melhor?

O 1.4 favorece economia e atende bem ao uso urbano. O 1.5 oferece respostas melhores, especialmente em estrada, com passageiros ou bagagem.

Honda Fit 2009 a 2014 automático é CVT?

Não. A segunda geração brasileira usa transmissão automática convencional de cinco marchas com conversor de torque.

O câmbio automático do Honda Fit é bom?

Pode ser uma boa transmissão quando recebe manutenção correta. Antes da compra, teste frio e quente e observe trancos, patinação ou demora para engatar.

Honda Fit usa correia dentada?

Os motores dessa geração utilizam corrente no acionamento do comando de válvulas.

Qual o consumo do Honda Fit 1.4?

Na linha 2013, o Inmetro registrou para o 1.4 manual 8,1 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada com etanol, e 11,8 km/l na cidade e 13,3 km/l na estrada com gasolina.

Qual o consumo do Honda Fit 1.5 automático?

Na linha 2013, os valores padronizados foram 6,8 km/l na cidade e 8,2 km/l na estrada com etanol, e 10,5 km/l na cidade e 12,2 km/l na estrada com gasolina.

Quantos litros tem o porta-malas do Honda Fit?

O porta-malas possui 384 litros, além da versatilidade do sistema de bancos traseiros.

Quantos litros tem o tanque do Honda Fit?

A linha reestilizada 2013 possui tanque de aproximadamente 47 litros. Antes dessa atualização, a capacidade era menor.

Quais problemas observar em um Honda Fit usado?

Suspensão, coxins, funcionamento do motor, regulagem de válvulas, câmbio automático, ar-condicionado, elétrica, pneus, parte inferior da carroceria e sinais de colisão merecem atenção.

Honda Fit tem recall?

Algumas unidades foram incluídas em campanhas de recall. A consulta correta deve ser feita individualmente pela placa ou chassi nos canais oficiais da Honda.

Honda Fit Twist é 4×4?

Não. O Twist tem proposta visual aventureira, mas mantém tração dianteira e base mecânica semelhante às versões 1.5 convencionais.

Vale pagar acima da FIPE por um Honda Fit?

Pode fazer sentido quando o exemplar possui histórico documentado, estrutura original, manutenção recente e conservação muito acima da média.

Referências técnicas utilizadas na revisão:

Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular — Inmetro, tabela 2013.

Ficha técnica e equipamentos do Honda Fit 2013.

Honda Automóveis do Brasil — consulta e campanhas de recall.

Histórico e guia de usados da segunda geração do Honda Fit.

Tabela FIPE — referência setembro de 2026, versão LX 1.4 automática, código 014040-6.

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