Conteúdo revisado em novembro de 2026
O Peugeot 208 usado de primeira geração pode oferecer muito pelo preço: bom acabamento, direção elétrica, equipamentos interessantes e comportamento agradável. Porém, existem diferenças importantes entre motores, câmbios e anos que precisam ser conhecidas antes da compra.
Neste guia você vai descobrir se o Peugeot 208 usado vale a pena, quais anos são mais interessantes, diferenças entre 1.5, 1.2 PureTech, 1.6 e 1.6 THP, problemas conhecidos, câmbio automático de quatro e seis marchas, consumo, manutenção, versão GT, recalls, preços FIPE e o que conferir antes de comprar.
Sim. Um Peugeot 208 bem conservado pode ser uma compra muito interessante. Para quem deseja automático, vale priorizar o 1.6 EAT6 da linha 2018 em diante. Para economia, o 1.2 PureTech se destaca, mas só deve ser comprado depois de uma análise cuidadosa da correia de sincronismo e do histórico de manutenção.
Automático: 208 1.6 EAT6 2018, 2019 ou 2020 com manutenção documentada.
Manual simples: 1.5 bem conservado pode oferecer bom custo-benefício.
Máxima economia: 1.2 PureTech, desde que óleo e correia tenham histórico confiável.
Desempenho: GT 1.6 THP manual, desde que original e muito bem mantido.
Peugeot 208 usado vale a pena?
Pode valer bastante a pena, principalmente para quem deseja um hatch compacto mais refinado que vários concorrentes da mesma época sem pagar tanto por isso no mercado de usados.
Entre seus destaques estão o acabamento interno, a direção elétrica, o pequeno volante do conceito i-Cockpit, o comportamento dinâmico e a boa oferta de equipamentos em determinadas versões.
Por outro lado, não é interessante comprar apenas pelo preço. A escolha correta do motor e principalmente da transmissão muda bastante a experiência de propriedade.
Pontos fortes
- Bom acabamento interno.
- Direção elétrica leve.
- Boa dirigibilidade.
- Design que envelheceu bem.
- Versões bem equipadas.
- 1.2 com ótimo consumo.
- Opções com teto panorâmico.
- EAT6 é interessante nos automáticos mais novos.
Pontos de atenção
- Automático antigo de quatro marchas.
- Suspensão dianteira merece inspeção.
- 1.2 PureTech exige atenção à correia.
- GT THP precisa de manutenção criteriosa.
- Espaço traseiro apenas razoável.
- Recalls devem ser consultados antes da compra.
Peugeot 208 2013 a 2020: primeira geração brasileira
A produção nacional do 208 começou em Porto Real, no Rio de Janeiro, no início de 2013, e o lançamento comercial ocorreu em abril daquele ano.
Inicialmente, as versões Active e Allure utilizavam o motor 1.5 flex, enquanto a Griffe era oferecida com motor 1.6.
O modelo também introduziu no Brasil a proposta do Peugeot i-Cockpit, com volante compacto e quadro de instrumentos instalado em posição elevada.
Em 2020, uma geração completamente nova começou a ser comercializada no Brasil. Portanto, este guia trata especificamente do 208 de primeira geração vendido de 2013 a 2020.
Peugeot 208 2013 a 2020: o que mudou?
| Período | Características | Atenção na compra |
|---|---|---|
| 2013–2015 | Motores 1.5 e 1.6. Existiam versões manuais e 1.6 com automático de quatro marchas. | Suspensão, recalls e funcionamento do automático. |
| 2016 | Última fase antes da gama reestilizada. | Estado individual e histórico de manutenção. |
| Linha 2017 | Reestilização, chegada do 1.2 PureTech e estreia do GT 1.6 THP. | No 1.2, confira óleo e correia. |
| Linha 2018 | Versões 1.6 automáticas passam a utilizar câmbio Aisin de seis marchas. | Uma das fases mais interessantes do automático. |
| 2019 | Continuidade do 1.2 manual e do 1.6 EAT6. | Boa fase para encontrar carros mais novos. |
| 2020 | Último ano da primeira geração no mercado. | Não confundir com a segunda geração lançada no mesmo ano. |
Um carro fabricado em 2017 pode ser ano-modelo 2017 ou 2018. Isso é especialmente importante no automático, pois a linha 2018 já recebeu o novo câmbio de seis marchas.
Active, Active Pack, Allure, Griffe, Sport e GT
A gama mudou durante os anos e determinados equipamentos dependem da versão e do ano-modelo.
Active
Versão de entrada em diferentes fases. Pode ser interessante para quem busca simplicidade e menor preço de aquisição.
Active Pack
Adicionava equipamentos em relação às configurações mais básicas e aparece com frequência entre os usados.
Allure
Foi uma das versões intermediárias e normalmente entrega boa relação entre equipamentos e preço.
Griffe
Durante boa parte da primeira geração foi uma das configurações mais completas. Nos anos posteriores também aparece com o conjunto 1.6 EAT6.
Sport
Recebia acabamento e detalhes de proposta mais esportiva, porém sem utilizar o motor turbo THP do GT.
GT
É a configuração esportiva da primeira geração, com motor 1.6 THP turbo flex e transmissão manual de seis marchas.
Peugeot 208 1.5, 1.2, 1.6 ou THP: qual escolher?
| Motor | Características | Perfil | Ponto de atenção |
|---|---|---|---|
| 1.5 8V | Até 93 cv com etanol | Uso cotidiano e simplicidade. | Idade e manutenção acumulada. |
| 1.2 PureTech | 3 cilindros, até 90 cv | Economia de combustível. | Correia banhada em óleo. |
| 1.6 16V | Aspirado | Mais desempenho e opção automática. | Identificar AT4 ou EAT6. |
| 1.6 THP | Turbo, até 173 cv | Desempenho. | Procedência e manutenção. |
Peugeot 208 1.5
O 1.5 8V equipa boa parte dos primeiros 208. Com etanol, chega a aproximadamente 93 cv e trabalha com câmbio manual de cinco marchas.
É uma alternativa interessante para quem prefere um conjunto mecânico mais simples e não precisa de câmbio automático.
Peugeot 208 1.2 PureTech
O motor de três cilindros chegou na linha 2017 substituindo o 1.5 em diversas configurações.
Seu grande destaque é o consumo. Entretanto, a correia dentada que trabalha em contato com o óleo torna o histórico de manutenção especialmente importante em um carro usado.
Peugeot 208 1.6
O 1.6 aspirado oferece melhor desempenho e também equipa as principais configurações automáticas.
Na compra de um automático, a pergunta principal deve ser: é o câmbio antigo de quatro marchas ou o EAT6 de seis?
Peugeot 208 automático de 4 marchas dá problema?
Os automáticos mais antigos da primeira geração utilizam uma transmissão convencional de quatro marchas.
É um conjunto que precisa receber atenção durante a compra. Isso não significa que todo carro terá defeito, mas uma unidade que apresente trancos, demora nos engates ou falhas não deve ser comprada sem diagnóstico.
- tranco forte ao selecionar D ou R;
- demora para entrar em movimento;
- trocas excessivamente bruscas;
- patinação;
- travamento em uma marcha;
- mensagens de falha no painel;
- modo de emergência;
- vazamentos.
Um teste de poucos minutos pode não revelar tudo. Rode o suficiente para motor e transmissão atingirem a temperatura normal de funcionamento.
Peugeot 208 EAT6: o automático de 6 marchas
A Peugeot introduziu no 208 ano-modelo 2018 uma transmissão automática e sequencial Aisin de seis marchas.
A nova caixa substituiu o antigo automático de quatro marchas nas respectivas versões 1.6 e melhorou o escalonamento, a suavidade e o aproveitamento do motor.
Com preço, conservação e histórico semelhantes, vale priorizar os modelos 1.6 EAT6 2018, 2019 ou 2020.
Como saber se o Peugeot 208 tem câmbio de 4 ou 6 marchas?
Muitos anúncios simplesmente informam “automático”, por isso é importante confirmar antes de visitar o carro.
- Confira ano de fabricação e ano-modelo.
- O EAT6 chegou para o ano-modelo 2018.
- Consulte o manual do proprietário.
- Confira a versão exata pelo chassi.
- Não dependa apenas da descrição do anúncio.
- Um scanner pode confirmar informações do módulo da transmissão.
Peugeot 208 1.2 PureTech: vale a pena?
Em eficiência, o 1.2 PureTech é uma das configurações mais interessantes desta geração. O motor de três cilindros chegou ao Brasil na linha 2017 e utiliza tecnologias voltadas à redução de atrito e consumo.
Entre suas características está a correia de distribuição trabalhando em contato com o óleo do motor.
Por que a correia merece atenção?
O estado da correia depende diretamente de manutenção correta, utilização do lubrificante adequado e tempo de uso.
Em uma unidade usada, especialmente quando já passou por vários proprietários, é essencial saber como o carro foi mantido.
- peça comprovantes das trocas de óleo;
- confira qual lubrificante foi utilizado;
- verifique o histórico da correia;
- peça inspeção visual da correia;
- investigue avisos relacionados à lubrificação;
- evite unidades sem histórico confiável.
Isso não significa que todo 1.2 apresentará problemas. Significa que procedência é decisiva nessa motorização.
Peugeot 208 GT 1.6 THP vale a pena?
O GT é a versão mais esportiva desta geração e utiliza motor 1.6 THP turbo flex de até 173 cv com etanol e 166 cv com gasolina, associado exclusivamente a um câmbio manual de seis marchas.
É um carro significativamente mais rápido que as versões convencionais e tem características de verdadeiro hot hatch.
O que conferir no Peugeot 208 GT usado?
- Histórico das trocas de óleo.
- Funcionamento do turbo.
- Ruídos anormais na partida.
- Vazamentos.
- Sistema de arrefecimento.
- Estado da embreagem.
- Scanner completo.
- Modificações mecânicas ou remapeamento.
No GT, manutenção negligenciada ou modificações mal executadas podem gerar reparos caros. Uma unidade original e documentada normalmente é uma compra mais segura.
Consumo do Peugeot 208
Como motores e transmissões mudaram durante a geração, a comparação deve considerar sempre a configuração exata.
Dois conjuntos merecem destaque porque possuem referências oficiais diretamente comparáveis no ciclo do Inmetro de 2018:
| Versão | Etanol cidade | Etanol estrada | Gasolina cidade | Gasolina estrada |
|---|---|---|---|---|
| 1.2 manual | 9,6 km/l | 10,7 km/l | 13,9 km/l | 15,5 km/l |
| 1.6 EAT6 | 7,7 km/l | 9,3 km/l | 11,0 km/l | 13,2 km/l |
Valores oficiais de referência do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular. O consumo real varia conforme combustível, trânsito, manutenção, pneus, carga, ar-condicionado e forma de condução.
Qual Peugeot 208 é mais econômico?
Entre as principais configurações da primeira geração, o 1.2 PureTech manual é o grande destaque em economia.
Interior, i-Cockpit e espaço do Peugeot 208
O interior é um dos maiores diferenciais do modelo.
O i-Cockpit utiliza um volante de pequeno diâmetro e instrumentos elevados. A proposta é fazer com que o motorista visualize o painel acima do volante em vez de através dele.
Nem todos se adaptam da mesma forma, portanto vale ajustar banco e volante durante o test-drive antes de decidir pela compra.
Espaço traseiro
O espaço para passageiros traseiros é apenas razoável. Adultos altos podem sentir falta de espaço principalmente para joelhos.
Porta-malas
O porta-malas da primeira geração possui aproximadamente 285 litros.
Teto panorâmico
Algumas versões contam com teto panorâmico de vidro, um item bastante valorizado no 208 usado.
Confira vidro, acabamento, cortina interna e possíveis sinais de infiltração.
Problemas e defeitos do Peugeot 208 usado
Os itens a seguir devem ser utilizados como pontos de inspeção e não como afirmação de que todo 208 apresentará os mesmos defeitos.
1. Automático de quatro marchas
Nos primeiros automáticos, teste cuidadosamente engates e trocas de marcha. Trancos fortes, demora ou mensagens de falha precisam ser diagnosticados.
2. Suspensão dianteira
Ruídos em piso irregular podem estar relacionados a bieletas, buchas, bandejas, batentes ou amortecedores.
3. Correia do 1.2 PureTech
No PureTech, histórico de óleo e condição da correia precisam fazer parte da inspeção pré-compra.
4. Embreagem nas versões manuais
Observe trepidação, dificuldade de engate, pedal excessivamente pesado ou patinação em acelerações.
5. GT THP
No esportivo, investigue vazamentos, sistema de arrefecimento, funcionamento do turbo e eventual preparação mecânica.
6. Sistema elétrico e equipamentos
Teste multimídia, ar-condicionado, vidros, travas, sensores, comandos do volante e iluminação.
Manutenção do Peugeot 208 é cara?
As versões convencionais não precisam ter manutenção proibitiva. Há oferta de componentes de revisão para motores 1.5 e 1.6 no mercado independente.
O maior risco é comprar uma unidade com diversos serviços atrasados e ter de recuperar toda a manutenção de uma vez.
| Conjunto | O que conferir |
|---|---|
| 1.5 | Óleo, sincronismo, arrefecimento, vazamentos e embreagem. |
| 1.2 PureTech | Óleo correto, correia e histórico de manutenção. |
| 1.6 aspirado | Óleo, sincronismo, arrefecimento e funcionamento geral. |
| 1.6 THP | Turbo, óleo, arrefecimento, vazamentos e procedência. |
| AT4 | Engates, trancos, alertas e vazamentos. |
| EAT6 | Trocas suaves, ausência de vazamentos e histórico. |
| Suspensão | Buchas, bieletas, bandejas, batentes e amortecedores. |
| Elétrica | Multimídia, ar-condicionado, vidros, travas e sensores. |
Scanner, avaliação em elevador e test-drive podem revelar problemas que não aparecem em fotografias ou em uma volta rápida com o vendedor.
Peugeot 208 tem recall?
Sim. A primeira geração teve campanhas envolvendo determinados veículos, incluindo intervenções relacionadas a componentes da suspensão dianteira e ao sistema do limpador de para-brisa.
A existência de uma campanha para determinado período não significa que todo veículo daquele ano esteja envolvido. A identificação correta é feita pela placa ou pelo número do chassi.
Consulte eventuais recalls pendentes tanto nos canais oficiais quanto na consulta da Senatran.
Qual é o melhor ano do Peugeot 208 usado?
A resposta depende do perfil de comprador, mas algumas combinações merecem prioridade.
| Perfil | Onde concentrar a busca | Motivo |
|---|---|---|
| Automático | 1.6 EAT6 2018–2020 | Câmbio Aisin de seis marchas. |
| Economia | 1.2 manual | Ótimo consumo. |
| Mais simples | 1.5 manual bem conservado | Conjunto menos sofisticado. |
| Mais completo | Griffe 1.6 EAT6 | Boa combinação de equipamentos e mecânica. |
| Esportivo | GT 1.6 THP | 173 cv e câmbio manual de seis marchas. |
Se a intenção fosse comprar um Peugeot 208 automático para uso diário, eu começaria procurando um 1.6 EAT6 2018, 2019 ou 2020 e escolheria o melhor carro disponível pela procedência, estado e histórico.
Tabela FIPE do Peugeot 208 em outubro de 2026
Como cada ano possui diferentes motores, transmissões e versões, a tabela abaixo apresenta a faixa entre o menor e o maior valor FIPE encontrado em cada ano-modelo.
| Ano-modelo | Menor valor | Maior valor |
|---|---|---|
| 2013 | R$ 29.455 | R$ 39.222 |
| 2014 | R$ 35.222 | R$ 42.389 |
| 2015 | R$ 37.163 | R$ 44.788 |
| 2016 | R$ 39.928 | R$ 56.863 |
| 2017 | R$ 40.994 | R$ 67.202 |
| 2018 | R$ 42.292 | R$ 70.191 |
| 2019 | R$ 44.144 | R$ 71.946 |
| 2020 | R$ 45.248 | R$ 74.663 |
Referência: outubro de 2026. A Tabela FIPE é atualizada mensalmente e representa preço médio nacional de referência, não o valor obrigatório de negociação.
Peugeot 208 abaixo da FIPE é oportunidade?
Nem sempre.
Um preço muito abaixo da média pode esconder gastos com transmissão, suspensão, pneus, embreagem, sincronismo, arrefecimento ou reparos de colisão.
Um 208 um pouco mais caro, mas com histórico, pneus bons, revisão documentada e laudo aprovado, pode custar menos no longo prazo que o exemplar mais barato dos anúncios.
Checklist para comprar Peugeot 208 usado
Motor
- Ligue o carro completamente frio.
- Escute ruídos anormais.
- Observe marcha lenta.
- Confira óleo e arrefecimento.
- Procure vazamentos.
- Faça diagnóstico com scanner.
Câmbio automático
- Identifique AT4 ou EAT6.
- Teste D e R.
- Observe demora nos engates.
- Procure trancos.
- Teste acelerações e reduções.
- Repita o teste com o carro quente.
Suspensão
- Rode em piso irregular.
- Escute batidas.
- Confira amortecedores.
- Observe buchas e bieletas.
- Examine o desgaste dos pneus.
Documentação
- Faça laudo cautelar.
- Consulte recalls.
- Consulte leilão e sinistro.
- Verifique histórico de manutenção.
- Compare desgaste e quilometragem.
Checklist extra para o 1.2 PureTech
- Comprovantes de troca de óleo.
- Lubrificante utilizado.
- Histórico da correia.
- Inspeção física da correia.
- Ausência de alertas de lubrificação.
Checklist extra para o 208 GT
- Motor sem fumaça anormal.
- Turbo funcionando corretamente.
- Ausência de vazamentos.
- Arrefecimento em ordem.
- Embreagem sem patinação.
- Scanner sem falhas relevantes.
- Verifique preparação e remapeamento.
Interior e equipamentos
- Teste a multimídia.
- Teste o ar-condicionado.
- Teste vidros e travas.
- Teste comandos do volante.
- Confira sensores.
- Compare desgaste de volante, bancos e pedais com a quilometragem.
Peugeot 208 AT4 ou EAT6: qual comprar?
Com conservação, preço e histórico equivalentes, o EAT6 é a escolha mais interessante.
Além das seis marchas, ele é uma transmissão mais moderna e chegou justamente para substituir a caixa automática anterior.
Um AT4 bem conservado ainda pode funcionar corretamente, mas precisa ser avaliado com mais cuidado e ter preço compatível.
Peugeot 208 1.2 ou 1.6: qual vale mais a pena?
O 1.2 é indicado para quem prioriza consumo e aceita ser mais criterioso com o histórico da correia e do óleo.
O 1.6 oferece melhor desempenho e é a escolha natural para quem procura automático.
Para automático, o conjunto que considero mais equilibrado é o 1.6 EAT6.
Peugeot 208 ou Citroën C3 usado?
Os dois modelos compartilham parte da origem técnica do antigo grupo PSA, mas possuem propostas diferentes.
O C3 prioriza conforto e visibilidade, enquanto o 208 oferece uma experiência de condução mais voltada ao motorista, especialmente pelo i-Cockpit.
Veja também: Citroën C3 usado vale a pena? Guia completo .
Peugeot 208 ou Honda Fit usado?
O Honda Fit tem vantagem clara em versatilidade e aproveitamento interno. O Peugeot 208 entrega acabamento mais sofisticado em diversas versões e uma experiência de condução diferente.
Peugeot 208 ou Ford Fiesta usado?
Os dois são interessantes para quem valoriza comportamento dinâmico. No 208 automático, é importante diferenciar AT4 e EAT6; no Fiesta automático usado, a transmissão Powershift exige uma análise específica antes da compra.
Conclusão: Peugeot 208 usado vale a pena?
Sim. O Peugeot 208 de primeira geração pode ser uma excelente compra quando motor, câmbio e histórico são escolhidos corretamente.
Para automático, a recomendação mais segura dentro da própria geração é procurar primeiro o 1.6 EAT6 de 2018 a 2020.
Para economia, o 1.2 PureTech é excelente em consumo, mas não deve ser comprado sem verificar correia e histórico de manutenção.
O 1.5 manual continua interessante para quem deseja simplicidade, enquanto o GT 1.6 THP é uma alternativa muito especial para quem prioriza desempenho e aceita cuidados de manutenção maiores.
Escolha primeiro a motorização e o câmbio adequados ao seu uso. Depois procure o melhor exemplar possível. Faça scanner, inspeção mecânica, consulta de recall e laudo cautelar. Em automáticos, confirme se é AT4 ou EAT6; no PureTech, examine a correia; e no GT, investigue cuidadosamente a procedência.
Outras avaliações de carros usados
Perguntas frequentes sobre Peugeot 208 usado
Peugeot 208 usado vale a pena?
Sim. O 208 oferece bom acabamento, equipamentos e dirigibilidade. A escolha do motor e do câmbio é fundamental para fazer uma boa compra.
Qual é o melhor ano do Peugeot 208 usado?
Para quem procura automático, os modelos 2018, 2019 e 2020 com transmissão EAT6 de seis marchas são os que merecem maior atenção.
Peugeot 208 automático dá problema?
O automático de quatro marchas dos primeiros anos merece inspeção mais cuidadosa. O EAT6 Aisin da linha 2018 em diante é uma alternativa mais interessante.
Como saber se o Peugeot 208 tem câmbio de 4 ou 6 marchas?
O EAT6 chegou no ano-modelo 2018. Confira ano-modelo, manual, versão e chassi antes de comprar.
Peugeot 208 automático é CVT?
Não. A primeira geração utiliza transmissões automáticas convencionais de quatro ou seis marchas, dependendo do ano.
Peugeot 208 1.5 é bom?
Pode ser uma boa opção para quem procura câmbio manual e um conjunto relativamente simples, desde que o carro esteja bem conservado.
Peugeot 208 1.2 PureTech é bom?
É muito econômico, mas em um usado é fundamental conferir a correia dentada banhada em óleo e o histórico de lubrificação.
O Peugeot 208 1.2 usa correia banhada a óleo?
Sim. A própria Peugeot descreveu o PureTech 1.2 da linha 2017 com correia de distribuição trabalhando banhada em óleo.
Qual o consumo do Peugeot 208 1.2?
Na referência oficial do Inmetro utilizada neste guia, o 1.2 manual faz 9,6 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada com etanol, e 13,9 km/l e 15,5 km/l com gasolina.
Qual o consumo do Peugeot 208 1.6 EAT6?
Na referência oficial utilizada, registra 7,7 km/l na cidade e 9,3 km/l na estrada com etanol, e 11,0 km/l e 13,2 km/l com gasolina.
Peugeot 208 GT vale a pena?
Pode valer muito a pena para quem procura desempenho. O GT possui motor 1.6 THP turbo de até 173 cv e câmbio manual de seis marchas, mas exige procedência e manutenção rigorosa.
Qual motor tem o Peugeot 208 GT?
O GT da primeira geração brasileira utiliza motor 1.6 THP turbo flex, com até 173 cv no etanol, associado ao câmbio manual de seis marchas.
Qual o tamanho do porta-malas do Peugeot 208?
O porta-malas da primeira geração possui aproximadamente 285 litros.
Quais são os principais pontos de atenção do Peugeot 208?
Automático antigo de quatro marchas, suspensão dianteira, correia do 1.2 PureTech, embreagem nas versões manuais e manutenção do motor THP no GT são itens importantes de inspeção.
A manutenção do Peugeot 208 é cara?
As versões convencionais podem ter custo de manutenção razoável. O maior risco está em comprar uma unidade com manutenção atrasada ou defeitos acumulados.
Peugeot 208 tem recall?
Sim. Existem campanhas envolvendo determinados veículos da primeira geração. A consulta deve ser feita individualmente pela placa ou pelo chassi.
Qual Peugeot 208 automático comprar?
Vale priorizar o motor 1.6 combinado ao câmbio Aisin EAT6 de seis marchas, especialmente nos anos-modelo 2018, 2019 e 2020.
Peugeot 208 1.2 ou 1.6: qual é melhor?
O 1.2 é mais interessante para economia. O 1.6 oferece melhor desempenho e é a opção indicada para quem deseja transmissão automática.
O que conferir antes de comprar um Peugeot 208 usado?
Confira motor, transmissão, suspensão, sincronismo, arrefecimento, pneus, freios, equipamentos elétricos, recall, scanner, documentação e laudo cautelar.
Fontes e referências técnicas
- Peugeot/Stellantis — lançamento do 208 produzido no Brasil
- Peugeot/Stellantis — linha 2017, PureTech e 208 GT
- Peugeot/Stellantis — EAT6 Aisin de seis marchas
- Inmetro — Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular
- Peugeot Brasil — consulta de recall
- Senatran — consulta de recall
- Quatro Rodas — guia de usados do Peugeot 208
- AutoPapo — Peugeot 208 2013 a 2020
- Fundação FIPE — consulta oficial de preços
Motores, transmissões e equipamentos podem variar conforme versão e ano-modelo. Os preços FIPE são atualizados mensalmente. Antes da compra de qualquer veículo usado, recomenda-se inspeção mecânica independente, scanner, consulta de recall e laudo cautelar.









Deixe seu Comentário