Atualizado em 2025 • Ranking histórico com volumes aproximados (produção e/ou vendas no Brasil)
Resumo rápido: o Volkswagen Gol é o carro mais vendido da história do Brasil. Na sequência aparecem Fiat Uno, Fiat Palio, Volkswagen Fusca e fenômenos mais recentes como Chevrolet Onix e Fiat Strada.
- Carro mais vendido de todos os tempos: Volkswagen Gol
- Líder recorrente de emplacamentos recentes: Fiat Strada
- Fenômeno moderno: Chevrolet Onix (alto volume desde 2012)
O mercado automotivo brasileiro é feito de paixões. Alguns modelos ultrapassaram a função de mero transporte e viraram parte da história de milhões de famílias. A seguir, você confere os 10 carros mais vendidos da história no Brasil, com um resumo do porquê esses modelos dominaram as ruas por décadas.
Resumo do ranking
Como este ranking foi montado: cruzamos referências de produção e emplacamentos históricos, além de informações recorrentes do setor automotivo. Em rankings desse tipo, os números podem variar conforme a metodologia (produção, vendas internas, emplacamentos, recortes por geração, etc.). Por isso, aqui o foco é: relevância histórica + volume acumulado.
| Posição | Modelo | Volume aproximado | Período de produção no Brasil* | Tipo principal |
|---|---|---|---|---|
| 1º | Volkswagen Gol | + 8,5 milhões | 1980–2022 | Hatch compacto |
| 2º | Fiat Uno (inclui Mille e Novo Uno) | + 4,3 milhões | 1984–2021 | Hatch compacto |
| 3º | Chevrolet Onix | ≈ 3 milhões (produção no Brasil) | 2012–atual | Hatch e sedã compactos |
| 4º | Volkswagen Fusca | + 3 milhões | 1959–1996 (com retorno nos anos 90) | Compacto 2 portas |
| 5º | Fiat Palio | + 3,2 milhões | 1996–2018 | Hatch compacto |
| 6º | Chevrolet Celta | + 1,5 milhão | 2000–2015 | Hatch de entrada |
| 7º | Fiat Strada | + 2 milhões | 1998–atual | Picape compacta |
| 8º | Ford Ka | + 1,2 milhão | 1997–2021 | Hatch compacto |
| 9º | Chevrolet Chevette | ≈ 1,6 milhão | 1973–1993 | Sedã/Hatch compacto |
| 10º | Volkswagen Kombi | + 1,5 milhão | 1957–2013 | Utilitário/Perua |
*Períodos e volumes aproximados, considerando produção e/ou vendas no mercado brasileiro. Em listas de emplacamentos históricos também aparecem modelos como Corsa, Siena, Fox e outros, dependendo do recorte.
1. Volkswagen Gol
O rei absoluto das ruas brasileiras. Somando todas as gerações, o Volkswagen Gol passa de 8,5 milhões de unidades produzidas no país e virou sinônimo de “carro confiável” para muita gente. O modelo também é conhecido pela liderança histórica de vendas por décadas.
Lançado em 1980 para gradualmente substituir o Fusca, o Gol começou com motor a ar, evoluiu para os motores AP 1.6, 1.8 e 2.0, ganhou versões esportivas (GT, GTS e GTI) e, mais tarde, motores flex. Suas gerações ficaram popularmente conhecidas pelos apelidos “Quadrado”, “Bolinha”, G3, G4, G5 e assim por diante.
Por que o Gol vendeu tanto?
- Robustez mecânica: aguenta uso intenso em cidade, estrada e até estradas de terra.
- Peças baratas e abundantes: praticamente qualquer oficina sabe mexer em um Gol.
- Versões para todos os bolsos: do 1.0 básico ao esportivo GTI.
Perguntas que mais aparecem sobre o Gol
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Gol G4 ainda vale a pena como primeiro carro?
Vale, desde que você foque em um carro com histórico de manutenção e sem sinais de uso severo. Revise suspensão, freios, arrefecimento (radiador, mangueiras e reservatório), vazamentos e parte elétrica antes de fechar.
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Qual Gol usado é mais “guerreiro” para o dia a dia?
Os modelos com mecânica mais simples e manutenção bem documentada costumam ser os mais “guerreiros”. Evite exemplares muito mexidos e priorize carros com revisões em dia, boa compressão do motor e câmbio sem ruídos.
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Gol 1.0 ou 1.6: qual compensa mais em uso urbano?
O 1.0 tende a consumir menos em trajetos urbanos leves, mas o 1.6 costuma exigir menos do motor (especialmente com ar e carro carregado) e pode entregar consumo semelhante dependendo do pé. Para cidade com subidas e trânsito pesado, o 1.6 geralmente é mais confortável.
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Quais pontos revisar antes de comprar um Gol antigo?
Confira arrefecimento (sinais de superaquecimento), vazamentos (motor/câmbio), suspensão (buchas/amortecedores), freios, pneus, alinhamento estrutural, documentação e histórico de colisões. Um laudo cautelar ajuda muito.
2. Fiat Uno
O Fiat Uno estreou no Brasil em 1984 e mudou a forma como a gente enxergava carros compactos. Com desenho “caixinha” e teto alto, virou sinônimo de espaço interno e praticidade. Somando Uno, Mille e Novo Uno, o modelo ultrapassa 4 milhões de unidades no país.
O Uno Mille foi protagonista da era dos carros populares 1.0, impulsionado por políticas de redução de impostos no início dos anos 1990. Por décadas, foi presença constante entre os mais vendidos, tanto para famílias quanto para frotas.
Por que o Uno é tão querido até hoje?
- Mecânica simples: fácil de manter e com grande rede de oficinas independentes.
- Peças em qualquer esquina: ampla oferta de componentes paralelos e originais.
- Versatilidade: serve para uso urbano, trabalho e deslocamentos curtos do dia a dia.
Perguntas que mais aparecem sobre o Uno
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Uno Mille ainda vale a pena em 2025 como carro barato de manter?
Sim, se estiver bem conservado. O Uno tem manutenção simples e peças fáceis, mas o “pulo do gato” é comprar um carro com arrefecimento em ordem e sem histórico de superaquecimento. Faça uma revisão preventiva logo após a compra.
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Qual é melhor no uso diário: Uno Fire 1.0 ou 1.4?
O 1.0 tende a ser mais econômico, enquanto o 1.4 oferece mais fôlego com ar ligado, subidas e carro cheio. Para uso misto (cidade/rodovia) ou carga, o 1.4 costuma entregar melhor experiência sem necessariamente “beber” muito mais.
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Quais itens revisar (arrefecimento, vazamentos e suspensão) antes de comprar?
Verifique radiador, reservatório, válvula termostática e ventoinha; procure vazamentos em tampa de válvulas, retentores e coifas; e avalie buchas, pivôs, terminais, amortecedores e alinhamento. Olhe também freios e pneus.
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O Uno é bom para quem roda muito na cidade?
É uma das propostas mais fortes do Uno: tamanho compacto, boa visibilidade, manutenção barata e consumo geralmente bom. A ressalva é evitar carros cansados (suspensão ruim e arrefecimento “no limite”), comuns em carros de trabalho.
3. Chevrolet Onix
O Chevrolet Onix é o fenômeno recente da lista. Lançado em 2012, o hatch escalou o ranking em tempo recorde e se consolidou como um dos carros mais populares do Brasil.
Ele democratizou itens que antes só apareciam em segmentos mais caros, como central multimídia e conectividade com celular. Por isso, virou queridinho de quem roda muito, inclusive em aplicativos.
Por que o Onix virou fenômeno?
- Conectividade: a central multimídia ajudou a mudar o padrão do segmento.
- Conjunto eficiente: versões aspiradas e turbo atendem perfis diferentes.
- Liquidez no usado: é um dos modelos mais fáceis de vender na categoria.
Perguntas que mais aparecem sobre o Onix
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Onix 1.0 turbo tem correia banhada a óleo? Como cuidar?
Em algumas configurações/motores, pode haver correia banhada a óleo. O cuidado principal é usar o óleo com a especificação correta, respeitar prazos de troca e evitar “óleo errado”. Para não errar, confirme pelo manual e pelo plano de manutenção da versão.
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Qual ano/versão do Onix usado costuma ser melhor custo-benefício?
A melhor compra costuma ser o Onix com histórico de revisões comprovado (carimbos/notas) e sem sinistro. Em geral, versões intermediárias (com itens de segurança e multimídia) tendem a equilibrar preço e equipamentos, desde que o conjunto mecânico esteja bem cuidado.
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Onix aspirado ou turbo: qual é melhor para cidade e estrada?
O aspirado costuma ser mais simples e pode ser ótimo para cidade. O turbo entrega melhor retomada e conforto em estrada (ultrapassagens e subidas), mas exige disciplina de manutenção (óleo, filtros e revisões). Se você roda carregado ou pega muita rodovia, o turbo costuma agradar mais.
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Quais revisões preventivas não dá para pular no Onix?
Trocas de óleo e filtros no prazo, verificação de arrefecimento, velas/cabos (ou bobinas conforme versão), limpeza do sistema de admissão quando necessário, freios e suspensão. Em turbo, mantenha atenção extra em lubrificação e uso do combustível de boa procedência.
4. Volkswagen Fusca
O Volkswagen Fusca é o carro que motorizou o Brasil. Produzido localmente por décadas, passou da marca de 3 milhões de unidades e marcou presença em todas as regiões do país, de capitais ao interior.
Com mecânica simples, motor traseiro refrigerado a ar e tração traseira, o Fusca ficou famoso pela robustez e facilidade de manutenção. Hoje é peça de coleção e presença garantida em encontros de antigos.
Por que o Fusca ainda é tão amado?
- Carisma único: design inconfundível e cheio de personalidade.
- Mecânica simples: muita manutenção pode ser feita por entusiastas.
- Cultura forte: clubes, encontros e comunidade ativa.
Perguntas que mais aparecem sobre o Fusca
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Fusca é bom para usar no dia a dia ou só como hobby?
Dá para usar no dia a dia, mas ele exige manutenção preventiva e aceitação das limitações (segurança, conforto e desempenho). Para a maioria, é melhor como carro de fim de semana/hobby ou segundo carro.
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Quanto custa manter um Fusca “bem acertado”?
Varia muito pelo estado do carro. Um Fusca já “em dia” tende a gastar menos (manutenção preventiva). Já um carro cansado pode exigir investimento em freios, suspensão, elétrica e carburação. O ideal é fazer uma inspeção completa e planejar uma revisão inicial.
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Quais são os problemas mais comuns (freios, elétrica e carburação)?
Freios desbalanceados, mangueiras ressecadas, vazamentos, pontos de corrosão em chicote/aterramentos, ignição desregulada e carburação fora de ponto. Em carros parados, borrachas e vedações costumam ser as primeiras a dar trabalho.
5. Fiat Palio
O Fiat Palio chegou em 1996 para enfrentar o Gol e construiu uma história forte no Brasil. Ao longo de mais de duas décadas, o modelo passou de 3 milhões de unidades e ainda hoje é lembrado como compacto de bom custo-benefício.
O Palio teve duas gerações principais e inúmeras versões. Também deu origem a uma família completa: Palio Weekend (perua), Siena/Grand Siena (sedãs) e Strada (picape).
Destaques do Palio na história
- Versões variadas: do básico ao esportivo.
- Conforto: sempre foi visto como um compacto agradável de dirigir.
- Mercado de usados forte: manutenção e peças ainda são fáceis.
Perguntas que mais aparecem sobre o Palio
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Palio Fire é econômico e barato de manter?
Em geral, sim. O Palio Fire tem manutenção acessível e peças fáceis, mas o custo real depende do estado do carro. Um usado bem cuidado costuma ser barato; um carro maltratado vira “ralo de dinheiro” em suspensão e arrefecimento.
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Quais anos do Palio costumam ter melhor custo-benefício no usado?
Normalmente, os últimos anos de cada geração tendem a ser mais “redondos” por evolução de projeto e melhorias. Na prática, o melhor custo-benefício é o Palio com histórico de manutenção e sem sinais de sinistro, independentemente do ano.
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O que olhar antes de comprar (suspensão, arrefecimento e vazamentos)?
Inspecione buchas, pivôs, amortecedores e pneus; cheque sistema de arrefecimento (radiador, válvula termostática e ventoinha); e procure vazamentos em motor/câmbio. Teste no rodar: ruídos, estabilidade e temperatura de trabalho.
6. Chevrolet Celta
O Chevrolet Celta foi lançado em 2000 e ficou conhecido como “primeiro carro” de muita gente, graças ao preço mais acessível, consumo contido e mecânica simples. Até sair de linha, em 2015, passou de 1,5 milhão de unidades.
Por que o Celta é tão procurado como usado?
- Baixo custo de compra: costuma aparecer entre os hatches mais baratos do mercado de usados.
- Consumo honesto: atende bem quem roda na cidade.
- Manutenção simples: com ampla oferta de peças.
Perguntas que mais aparecem sobre o Celta
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Celta é econômico mesmo no uso urbano?
Geralmente sim, principalmente nas versões 1.0 bem reguladas. O consumo real depende de manutenção (velas, filtros, bicos), pneus calibrados e uso do ar-condicionado. Em trânsito pesado, todo carro sobe consumo.
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Quais problemas aparecem mais (suspensão, arrefecimento e acabamento)?
Em usados, é comum ver suspensão cansada (buchas/amortecedores), pequenos vazamentos e detalhes de acabamento interno. No arrefecimento, o risco é carro que já ferveu: observe sinais de gambiarra e teste a ventoinha.
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Qual versão costuma ser melhor no usado?
A melhor é a que tiver manutenção comprovada e estado geral superior. Em geral, versões com direção hidráulica e ar-condicionado agregam conforto e revenda, desde que o sistema esteja funcionando corretamente.
7. Fiat Strada
A Fiat Strada é a única picape do ranking e, nos últimos anos, virou um dos veículos mais emplacados do Brasil. Somando as gerações, já ultrapassou a marca de 2 milhões de unidades e segue em alta.
Derivada da família Palio, a Strada dominou o segmento de picapes compactas com cabine estendida e cabine dupla, e deixou de ser “carro de trabalho” para virar opção de uso misto (trabalho + família) em muitas garagens.
Por que a Strada vende tanto atualmente?
- Versatilidade: serve para trabalho e lazer.
- Capacidade de carga: atende pequenos negócios e quem precisa transportar volumes.
- Revenda forte: alta procura mantém preços valorizados.
Perguntas que mais aparecem sobre a Strada
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Strada cabine dupla compensa para família?
Pode compensar se você precisa da caçamba e também leva passageiros com frequência. A cabine dupla atende bem o “uso misto”, mas vale testar espaço traseiro e conforto, porque varia por geração e versão.
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Qual versão costuma ser a melhor para trabalhar?
A melhor para trabalho é a que combina carga útil, consumo e robustez, dentro do seu tipo de serviço. Para uso pesado diário, versões mais simples e fáceis de manter costumam ser as mais racionais; para uso misto, versões intermediárias equilibram conforto e custo.
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Quais cuidados de manutenção são essenciais em picape de uso misto?
Atenção redobrada em suspensão (buchas/amortecedores), pneus, freios e alinhamento, porque a picape pode rodar carregada. Faça manutenção preventiva do arrefecimento e trocas de óleo no prazo, especialmente se pega poeira e estrada de terra.
8. Ford Ka
O Ford Ka chegou em 1997 como um subcompacto ousado e evoluiu para um hatch compacto mais tradicional. Em suas gerações mais recentes, se destacou pela boa dirigibilidade e pelos motores 1.0 3 cilindros, antes da saída da Ford do Brasil.
Dúvidas comuns sobre o Ford Ka usado
- Consumo: as versões 1.0 3 cilindros costumam ser bem econômicas no dia a dia.
- Manutenção preventiva: revisões em dia fazem diferença no custo ao longo do tempo.
- Peças: a rede independente ajuda bastante na manutenção.
Perguntas que mais aparecem sobre o Ka
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Ford Ka 1.0 3 cilindros é confiável?
Pode ser confiável quando a manutenção está em dia e com fluidos corretos. O risco maior é comprar carro sem histórico: priorize revisões comprovadas e faça inspeção em arrefecimento, correias, vazamentos e funcionamento da embreagem/câmbio.
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O que revisar antes de comprar (suspensão, arrefecimento e histórico de revisões)?
Cheque suspensão (buchas, pivôs, terminais e amortecedores), arrefecimento (radiador/ventoinha/termostática), vazamentos e estado dos pneus. Exija notas de revisão e faça teste de rodagem para perceber ruídos e comportamento em frenagem.
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Ka ou Ka Sedan: qual faz mais sentido para o dia a dia?
O hatch é mais fácil de manobrar e costuma ser suficiente para uso urbano. O sedã entrega porta-malas maior e pode ser melhor para família/viagens. A escolha ideal depende do seu uso e do custo/estado do exemplar.
9. Chevrolet Chevette
O Chevrolet Chevette foi produzido no Brasil entre 1973 e 1993 e é um dos grandes clássicos nacionais. Com tração traseira e construção robusta, somou cerca de 1,6 milhão de unidades e deu origem a outros modelos, como a Marajó e a Chevy 500.
Ele marcou época como carro de entrada da GM e hoje é lembrado também pela dirigibilidade divertida, o que explica a presença do Chevette em projetos de preparação e arrancada.
Por que o Chevette marcou tanto a história?
- Tração traseira: característica rara em compactos e apreciada por entusiastas.
- Robustez: aguentava bem piso ruim e uso intenso.
- Carisma: símbolo dos anos 70 e 80 nas ruas brasileiras.
Perguntas que mais aparecem sobre o Chevette
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Chevette vale a pena como carro antigo para uso eventual?
Pode valer muito como hobby e uso eventual, desde que você compre um exemplar com estrutura boa (sem ferrugem crítica) e documentação em ordem. Para uso diário, ele exige mais manutenção e tem limitações de segurança/conforto.
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Quais pontos revisar (ferrugem, freios, elétrica e documentação)?
Procure ferrugem em longarinas, caixa de roda e assoalho; revise freios e linhas; confira aterramentos, chicote e alternador; e valide numeração/chassi e histórico. Em antigo, “estrutura e documento” valem mais do que brilho da pintura.
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Por que a tração traseira virou um “diferencial” para entusiastas?
Porque muda a dinâmica do carro e permite projetos de preparação (arrancada/drift) com mais facilidade. Além disso, a plataforma e robustez do conjunto fizeram o Chevette virar base de muitos projetos, mantendo a aura de clássico “raiz”.
10. Volkswagen Kombi
A Volkswagen Kombi foi o primeiro veículo produzido pela VW no Brasil (1957) e permaneceu em linha por décadas. Nesse período, acumulou mais de 1,5 milhão de unidades e se tornou um dos utilitários mais versáteis e queridos do país.
A Kombi transportou de tudo: mercadorias, estudantes, famílias, mudanças e pequenos negócios. O espaço interno generoso e a mecânica simples fizeram dela um verdadeiro “coringa” nas ruas brasileiras.
Por que a Kombi é tão versátil?
- Configuração interna modular: bancos removíveis e cabine ampla.
- Mecânica conhecida: fácil de manter com rede de peças e especialistas.
- Ícone cultural: presença forte em pequenos negócios e projetos personalizados.
Perguntas que mais aparecem sobre a Kombi
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Por que a Kombi saiu de linha?
Porque o projeto era muito antigo e ficou difícil atender exigências modernas de segurança. Com a evolução das normas, atualizar a Kombi para novos padrões se tornou inviável economicamente, levando ao encerramento da produção.
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Kombi é muito difícil de manter hoje em dia?
Não necessariamente. Ainda existe muita peça e oficina especializada, mas o desafio é encontrar unidades bem cuidadas. Em carros antigos, borrachas, freios e elétrica podem exigir revisão completa, principalmente se o veículo ficou muito tempo parado.
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Quanto costuma fazer de consumo e quais manutenções são mais comuns?
O consumo varia por motor/ano e estado do conjunto, mas tende a ser maior do que compactos modernos. Manutenções comuns incluem freios, suspensão, carburação/injeção (conforme versão), arrefecimento (em versões a água) e revisões de vedação/borrachas.
Perguntas frequentes (FAQ)
Qual é o carro mais vendido de todos os tempos no Brasil?
O Volkswagen Gol é apontado como líder histórico, com mais de 8,5 milhões de unidades produzidas no Brasil e uma trajetória de décadas como referência de volume e popularidade.
O que significa “mais vendido”: produção, emplacamento ou vendas?
Depende do ranking. Alguns usam produção acumulada, outros usam emplacamentos (vendas registradas) e há listas por “geração” do modelo. Por isso, os números podem variar por fonte e metodologia.
Qual carro tirou a liderança do Gol?
Em listas anuais, modelos como Palio e, depois, Onix aparecem como protagonistas na mudança do topo em diferentes períodos.
Qual é o carro mais vendido atualmente (2024/2025)?
Nos últimos anos, a Fiat Strada aparece com frequência no topo dos rankings de emplacamentos de veículos novos no Brasil.
Gol G4 ainda vale a pena como primeiro carro?
Pode valer, desde que você compre um exemplar bem cuidado. Priorize histórico de manutenção, revisão de suspensão, freios, arrefecimento e sinais de uso severo (principalmente se foi carro de trabalho).
Uno Mille ainda vale a pena como usado?
Sim, quando está em bom estado e com manutenção em dia. O segredo é comprar um carro “honesto” e revisar preventivamente itens básicos (arrefecimento, vazamentos, suspensão e freios).
Onix 1.0 turbo tem correia banhada a óleo? O que isso muda?
Em algumas versões, o motor pode usar correia banhada a óleo, o que torna ainda mais importante seguir a especificação correta de óleo e intervalos de manutenção. Sempre confirme pelo manual e pelo plano de manutenção da versão.
Palio Fire é barato de manter?
Em geral, é um modelo conhecido por manutenção acessível, desde que o carro esteja em bom estado e você faça revisões preventivas. A compra de um usado bem cuidado costuma ser o fator decisivo.
Celta é econômico? Quais problemas são mais comuns?
O Celta é lembrado pelo bom custo-benefício no uso urbano. Em usados, o que pesa é a conservação: suspensão, arrefecimento e sinais de manutenção “barata” feita sem padrão.
Ford Ka 1.0 3 cilindros é confiável?
Pode ser, desde que tenha histórico de revisões e uso de peças/fluídos corretos. Evite unidades sem comprovação de manutenção e faça uma inspeção completa antes de fechar negócio.
Por que a Kombi saiu de linha?
A Kombi foi encerrada após décadas de produção e o fim está relacionado à evolução das exigências de segurança (como itens obrigatórios) e à dificuldade de atualizar o projeto antigo dentro das normas modernas.
Chevette vale a pena hoje?
Como carro antigo, pode valer muito — mas não é compra “no impulso”. O ideal é avaliar ferrugem, documentação, estado de freios/suspensão e a qualidade de reparos anteriores.









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