Tabela de resistência e pinagem das bobinas NGK para carros
Resistência primária e secundária, pinagem e terminais das bobinas NGK.

Tabela de Resistência e Pinagem das Bobinas NGK para Carros

Consulta técnica automotiva – bobinas de ignição

Tabela de resistência e pinagem das bobinas NGK

Consulte valores de primário e secundário, pontos de medição e a identificação dos pinos de 71 códigos de bobinas NGK para automóveis.

42códigos com resistência
29códigos com pinagem
71códigos distintos
2024edição da fonte
Segurança: bobinas trabalham com alta tensão. Faça medições de resistência somente com o circuito desenergizado e seguindo o manual técnico do veículo. Não desconecte bobina, cabo ou vela com o motor funcionando e não aplique 12 V diretamente aos pinos usando apenas esta tabela.

O que esta tabela de resistência e pinagem informa

A publicação reúne duas consultas diferentes. A primeira apresenta 42 códigos para os quais o catálogo NGK/NTK informa ao menos uma referência de resistência do enrolamento primário ou secundário. A segunda organiza 29 códigos com módulo de ignição associado, nos quais o documento mostra o conector, mas não especifica resistência de primário e secundário.

Resistência primária

É medida em ohms e costuma ter valor muito baixo. A resistência das próprias pontas do multímetro pode alterar significativamente a leitura.

Resistência secundária

Quando disponível, aparece em quilohms. Em bobinas duplas, a conferência é feita entre as saídas de alta tensão correspondentes.

Pinagem do conector

Identifica alimentação, aterramento, comando e retorno. A ordem depende do lado pelo qual o conector está sendo observado.

Importante: o asterisco (*) reproduz uma ausência de valor numérico no catálogo. Ele não significa 0 Ω e não autoriza usar uma especificação genérica.

Como identificar a bobina antes de medir

Comece pelo código gravado na própria bobina ou na embalagem. Em seguida, confirme se o código realmente corresponde ao veículo, motor, combustível e período de fabricação na tabela de aplicações de bobinas NGK. Um mesmo modelo pode utilizar bobinas diferentes conforme motor, conector, suporte e atualização de produção.

  • Compare o código completo, sem ignorar letras ou números.
  • Observe quantidade de pinos, posição da trava, guias e formato da carcaça.
  • Em bobinas em bloco, identifique corretamente os pares de cilindros 1/4 e 2/3.
  • Confirme se a referência é para bobina com ou sem módulo integrado.
  • Antes de substituir, verifique velas, cabos, alimentação, aterramento e chicote.

Como medir a resistência da bobina com multímetro

Desenergize o sistemaDesligue a ignição, aguarde o tempo indicado pelo fabricante e siga o procedimento do veículo antes de desconectar o componente.
Confirme o códigoUse somente a linha correspondente ao código exato. Valores de outra bobina não servem como referência segura.
Verifique as pontasEncoste uma ponta na outra e anote a resistência dos cabos. Em valores primários baixos, essa diferença é relevante.
Selecione a escalaUse a escala de ohms para o primário e de quilohms para o secundário, conforme a capacidade do aparelho.
Meça nos pontos corretosRespeite os bornes e pares de saídas descritos na linha. Não force pontas grossas dentro do conector.
Interprete em conjuntoCompare com a faixa, repita a leitura e confirme alimentação, comando, aterramento e condições das velas antes do diagnóstico final.
Nunca faça medição de resistência em circuito alimentado. O modo ohmímetro injeta uma pequena corrente própria e pode ser danificado ou fornecer resultado inválido se houver tensão externa.

Pesquisar resistência ou pinagem pelo código NGK

71 códigos exibidos.

Tabela de resistência das bobinas NGK

As faixas abaixo foram reorganizadas a partir das páginas 118 a 124 da edição de abril de 2024. Os pontos de medição foram convertidos em descrição textual. Em bobinas duplas, confira cada circuito e cada par de saídas separadamente.

Valores de resistência do primário e secundário por código NGK
CódigoPontos do primárioResistência primáriaPontos do secundárioResistência secundáriaPágina
U1004 B+ com C- 0,7 a 0,8 Ω Saída de alta com o borne indicado 13,6 a 18,4 kΩ 118
U1054 B+ com C- 0,5 a 0,6 Ω Saída de alta com o borne indicado 8,3 a 11,3 kΩ 118
U1092 C- com B+ 0,4 a 0,5 Ω Saída de alta com o borne indicado 6,3 a 8,5 kΩ 118
U1094 B+ com C- 0,2 a 0,3 Ω Saída de alta com o borne indicado 5,5 a 7,5 kΩ 118
U2001 C-(1/4) com B+; C-(2/3) com B+ 0,5 a 0,6 Ω Saídas 1 com 4; 3 com 2 9,6 a 13,0 kΩ 118
U2003 Conector GND, EST1, B+ e EST2 Não informado (*) Saídas 2 com 3; 1 com 4 4,8 a 6,6 kΩ 118
U2004 Conector SIGNAL, SIGNAL, GND e B+ Não informado (*) Saídas 3 com 2; 4 com 1 5,1 a 6,9 kΩ 119
U2005 C1- com B+; C2- com B+ 0,4 a 0,6 Ω Saídas 1 com 4; 2 com 3 11,0 a 16,0 kΩ 119
U2006 C1-(1/4) com B+; C2-(2/3) com B+ 0,4 a 0,6 Ω Saídas 1 com 4; 2 com 3 9,4 a 12,8 kΩ 119
U2007 Circuitos 1/4 e 2/3 nos bornes indicados 0,5 a 0,7 Ω Saídas 1 com 4; 3 com 2 6,7 a 8,1 kΩ 119
U2008 C2- com B+; C1- com B+ 0,4 a 0,5 Ω Saídas 1 com 4; 2 com 3 6,8 a 9,3 kΩ 119
U2018 Conector SIGNAL, SIGNAL, GND e B+ Não informado (*) Saídas 3 com 2; 4 com 1 4,8 a 6,6 kΩ 119
U2031 COIL(-) com B+ nos circuitos 2/3 e 1/4 0,5 a 0,6 Ω Saídas 3 com 2; 4 com 1 4,0 a 5,4 kΩ 120
U2078 C2-(2/3) com B+; C1-(1/4) com B+ 0,5 a 0,6 Ω Saídas 2 com 3; 1 com 4 8,1 a 10,9 kΩ 120
U2079 C1-(1/4) com B+; C2-(2/3) com B+ 0,5 a 0,6 Ω Saídas 1 com 4; 2 com 3 8,1 a 10,9 kΩ 120
U2100 C-(1/4) com B+; C-(2/3) com B+ 0,5 a 0,6 Ω Saídas 1 com 4; 3 com 2 8,1 a 9,9 kΩ 120
U2105 Bornes de comando indicados no conector Não informado (*) Saídas 3 com 2; 4 com 1 4,0 a 5,4 kΩ 120
U2112 C1-(1/4) com B+; C2-(2/3) com B+ 0,5 a 0,6 Ω Saídas 1 com 4; 2 com 3 8,9 a 12,1 kΩ 120
U2113 C1-(1/4) com B+; C2-(2/3) com B+ 0,4 a 0,6 Ω Saídas 1 com 4; 2 com 3 7,1 a 9,5 kΩ 121
U2114 C1-(1/4) com B+; C2-(2/3) com B+ 0,4 a 0,6 Ω Saídas 1 com 4; 2 com 3 7,1 a 9,5 kΩ 121
U2115 Circuitos 1/4 e 2/3 com B+ 0,4 a 0,6 Ω Saídas 1 com 4; 2 com 3 6,5 a 8,9 kΩ 121
U3001 B+ com C- 0,4 a 0,6 Ω Entre os terminais de alta indicados 6,1 a 8,3 kΩ 121
U5001 C- com B+ 0,5 a 0,6 Ω Saída de alta com o borne indicado 8,8 a 12,0 kΩ 121
U5009 B+ com C- 0,4 a 0,6 Ω Sem referência numérica Não informado (*) 121
U5067 C- com B+ 0,7 a 0,9 Ω Saída de alta com o borne indicado 5,0 a 6,8 kΩ 122
U5087 C- com B+ 0,6 a 0,8 Ω Saída de alta com o borne indicado 6,6 a 9,0 kΩ 122
U5088 C- com B+ 0,7 a 0,9 Ω Saída de alta com o borne indicado 5,4 a 7,4 kΩ 122
U5104 COIL(-) com B+ 0,5 a 0,7 Ω Sem referência numérica Não informado (*) 122
U5136 C- com B+ 0,4 a 0,5 Ω Saída de alta com o borne indicado 5,0 a 7,4 kΩ 122
U5192 B+ com C- 0,5 a 0,6 Ω Sem referência numérica Não informado (*) 122
U5257 C- com B+ 0,7 a 0,9 Ω Saída de alta com o borne indicado 5,0 a 6,8 kΩ 123
U5301 C- com B+ 0,4 a 0,5 Ω Saída de alta com o borne indicado 5,0 a 7,4 kΩ 123
U5314 C- com B+ 0,6 a 0,8 Ω Saída de alta com o borne indicado 6,6 a 9,0 kΩ 123
U5316 C- com B+ 0,7 a 0,9 Ω Saída de alta com o borne indicado 5,0 a 6,8 kΩ 123
U5414 Dois bornes centrais indicados 0,5 a 0,6 Ω Sem referência numérica Não informado (*) 123
U5442 C- com B+ 0,5 a 0,6 Ω Sem referência numérica Não informado (*) 123
U5443 C- com B+; GND separado 0,5 a 0,7 Ω Sem referência numérica Não informado (*) 124
U5459 COIL(-) com B+ 0,6 a 0,7 Ω Sem referência numérica Não informado (*) 124
U6004 C1-(2/3) com B+; C2-(1/4) com B+ 0,5 a 0,6 Ω Saídas 2 com 3; 1 com 4 12,9 a 17,5 kΩ 124
U6036 C-(2/3) com B+; C-(1/4) com B+ 0,3 a 0,4 Ω Saídas 1 com 4; 3 com 2 7,8 a 10,6 kΩ 124
U6060 C-(2/3) com B+; C-(1/4) com B+ 0,3 a 0,4 Ω Saídas 1 com 4; 3 com 2 8,2 a 11,4 kΩ 124
U6061 B+ comum e circuitos C1-/C2- numerados 1 a 4 0,5 a 0,6 Ω Sem referência numérica Não informado (*) 124

Ω = ohm; kΩ = quilohm. “Não informado (*)” mantém a limitação da fonte.

Tabela de pinagem dos conectores de bobinas NGK

Para os códigos abaixo, o catálogo não especifica resistência do primário e secundário porque a medição nos pinos envolveria o módulo de ignição em vez de apenas o enrolamento. A sequência acompanha a vista frontal do conector desenhada na fonte, usando a trava, a guia e a forma da carcaça como referência.

Atenção à orientação: olhando o conector pelo lado dos fios, a ordem pode parecer invertida. Esta sequência não substitui o diagrama elétrico do veículo e não é autorização para energizar, aterrar ou jumpear pinos.
Identificação dos pinos na vista frontal do conector
CódigoSentido de leituraSequência dos pinosResistênciaPágina
U1001 Horizontal, esquerda para direita
B+ESTGND
Não especificada para primário/secundário 125
U1093 Horizontal, esquerda para direita
GNDESTB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5003 Horizontal, esquerda para direita
GND SHIELDESTGND MODULEB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5014 Horizontal, esquerda para direita
GNDESTGNDB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5015 Horizontal, esquerda para direita
GND SHIELDESTGND MODULEB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5029 Horizontal, esquerda para direita
GNDESTDB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5043 Horizontal, esquerda para direita
ESTGNDB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5081 Horizontal, esquerda para direita
ESTGNDB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5097 Vertical, cima para baixo
B+GNDSIGNAL
Não especificada para primário/secundário 125
U5098 Horizontal, esquerda para direita
SIGNALGNDB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5130 Horizontal, esquerda para direita
GNDLOW REFESTB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5132 Vertical, cima para baixo
GNDEST LOWESTB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5134 Horizontal, esquerda para direita
SIGNALGNDB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5145 Horizontal, esquerda para direita
GNDSIGNALFEEDBACKB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5160 Horizontal, esquerda para direita
ESTGNDB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5162 Horizontal, esquerda para direita
ESTGNDB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5180 Horizontal, esquerda para direita
GNDREFESTB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5273 Horizontal, esquerda para direita
GNDDESTB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5280 Horizontal, esquerda para direita
ESTGNDB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5329 Horizontal, esquerda para direita
GNDESTGNDB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5330 Horizontal, esquerda para direita
GNDESTGNDB+
Não especificada para primário/secundário 125
U5333 Horizontal, esquerda para direita
ESTGNDB+
Não especificada para primário/secundário 126
U5429 Horizontal, esquerda para direita
B+IN-ESTGND
Não especificada para primário/secundário 126
U5444 Horizontal, esquerda para direita
C-Sem indicaçãoB+
Não especificada para primário/secundário 126
U5484 Horizontal, esquerda para direita
GNDEST LOWESTB+
Não especificada para primário/secundário 126
U5487 Horizontal, esquerda para direita
GNDESTDB+
Não especificada para primário/secundário 126
U5493 Horizontal, esquerda para direita
GNDESTB+
Não especificada para primário/secundário 126
U6041 Horizontal, esquerda para direita
B+GNDREFEST(4)-EST(3)-EST(2)-EST(1)-
Não especificada para primário/secundário 126
U6043 Horizontal, esquerda para direita
GNDEST1EST2EST3EST4B+
Não especificada para primário/secundário 126

Legenda das siglas dos conectores

B+ positivo da bateria.
GND aterramento.
C entrada do sinal do módulo de ignição.
COIL- entrada do sinal do módulo de ignição.
EST sinal de controle.
SIGNAL entrada do sinal do módulo de ignição.
EST LOW sinal de retorno da bobina.
LOW REF identificação de referência baixa usada no desenho do conector U5130.
P.DET sinal de retorno da bobina.
OBD sinal de retorno da bobina.
REF sinal de retorno para a unidade de controle eletrônico.
FEEDBACK sinal de retorno para a unidade de controle eletrônico.
D sinal de retorno para a unidade de controle eletrônico.
SIGNAL GND sinal de retorno para a unidade de controle eletrônico.
GND SHIELD aterramento da blindagem da bobina.
GND MODULE aterramento do módulo.
IN / IN- sinal de retorno.

As descrições seguem a legenda impressa no catálogo. A unidade de controle eletrônico também é conhecida como UCE ou ECU.

Como interpretar a medição da bobina

Valor dentro da faixa

Indica que a resistência estática daquele enrolamento é compatível com a referência. Não comprova sozinho que a bobina funciona corretamente sob temperatura, pressão e carga.

Valor acima da faixa

Pode apontar aumento de resistência, mau contato interno, oxidação ou início de circuito aberto. Confirme o contato das pontas antes de concluir.

Valor abaixo da faixa

Pode indicar curto entre espiras, mas no primário também pode haver erro causado pela escala ou pela resistência dos cabos do aparelho.

OL, infinito ou sem continuidade

Pode representar circuito aberto, ponto de medição incorreto ou escala inadequada. Repita o procedimento nos bornes exatos.

A resistência é apenas uma parte do diagnóstico. Uma bobina pode apresentar valor correto quando fria e falhar aquecida, sob compressão ou quando a central aumenta o tempo de carga. Também pode haver fuga de alta tensão, defeito no conector, alimentação insuficiente ou ausência do sinal de comando.

Inspeção visual e verificações além da resistência

Antes de condenar a bobina, observe trincas no corpo ou na resina, sinais de derretimento, conector quebrado e oxidação. O material técnico relaciona esses danos a vibração, temperatura excessiva, choque térmico, corrente elevada, dwell time incorreto, aplicação errada, velas desgastadas, impactos, umidade e produtos químicos.

  • Tensão de alimentação: precisa corresponder ao projeto; bobinas com módulo integrado normalmente recebem alimentação na faixa do sistema elétrico.
  • Corrente do primário: corrente excessiva aquece e danifica; corrente baixa reduz a energia disponível.
  • Dwell time: é o tempo de carregamento comandado pelo módulo e deve ser compatível com a bobina.
  • Sinal de comando: exige forma e duração adequadas; normalmente é verificado com osciloscópio.
  • Sinal de retorno: informa à central que houve disparo em sistemas que possuem feedback.
  • Velas e cabos: desgaste, folga excessiva ou fuga aumentam a exigência sobre a bobina.
Conclusão prática: multímetro ajuda a encontrar circuito aberto, curto e resistência fora da referência, mas não substitui scanner, osciloscópio, teste de alimentação e inspeção completa do sistema de ignição.

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Perguntas frequentes sobre resistência e pinagem de bobinas

O que é a resistência primária da bobina?

É a resistência elétrica do enrolamento primário, normalmente muito baixa e expressa em ohms. A medição exige escala adequada, pontas em bom estado e compensação da resistência dos próprios cabos do multímetro.

O que é a resistência secundária da bobina?

É a resistência do circuito responsável pela alta tensão entregue às velas. Quando o catálogo fornece a referência, o valor aparece em quilohms e deve ser medido exatamente entre os pontos indicados para o código da bobina.

O que significa o asterisco na tabela?

Significa que a edição consultada não apresenta um valor numérico para aquele enrolamento. Não significa zero ohm, curto-circuito ou autorização para usar uma faixa genérica.

Toda bobina pode ser testada com multímetro?

Não. Algumas bobinas possuem módulo de ignição integrado. Nelas, uma medição feita nos pinos pode avaliar o circuito eletrônico interno em vez do enrolamento, por isso o catálogo apresenta a pinagem, mas não informa resistência de primário e secundário.

Uma resistência dentro da faixa garante que a bobina está boa?

Não. A medição estática pode revelar circuito aberto, curto ou valor fora da especificação, mas não reproduz temperatura, carga, tensão de trabalho, dwell time nem fuga de alta tensão. Alimentação, aterramento, comando e sinal de retorno também precisam ser verificados.

O que significa leitura OL ou infinito?

Normalmente indica circuito aberto ou ausência de continuidade na escala selecionada. Antes de condenar a bobina, confirme a escala, o contato das pontas e os bornes corretos.

O que significa resistência próxima de zero?

Pode indicar curto no enrolamento, escala inadequada ou apenas a resistência das pontas quando se mede um circuito primário de valor muito baixo. Zere ou desconte a resistência das pontas e compare com a faixa específica do código.

A bobina precisa estar fria para o teste?

É recomendável comparar os valores em condição estável e considerar que a resistência varia com a temperatura. O manual técnico do veículo deve prevalecer quando determinar uma temperatura de ensaio.

Posso medir a bobina com ela ligada ao chicote?

Para resistência, normalmente o componente precisa estar desenergizado e isolado do circuito conforme o procedimento do fabricante. Nunca faça medição de resistência com o circuito alimentado.

A polaridade das pontas do multímetro faz diferença?

Em enrolamentos simples de resistência passiva, a leitura ôhmica costuma ser a mesma. Em bobinas com diodos ou eletrônica integrada, a polaridade e o método podem alterar o resultado; siga o manual do sistema.

De qual lado deve ser lida a ordem dos pinos?

A sequência desta página acompanha a vista frontal do conector desenhada no catálogo. Observada pelo lado dos fios, a ordem pode parecer invertida. Use trava, guia e formato da carcaça como referências.

Posso aplicar 12 volts nos pinos usando apenas esta pinagem?

Não. A pinagem serve para identificação. Aplicar tensão, aterrar ou fazer pontes sem o diagrama elétrico e o procedimento do veículo pode danificar a bobina, o módulo de injeção e o equipamento de teste.

Como descobrir em quais carros cada código de bobina é usado?

Consulte a tabela de aplicações de bobinas NGK do OnlyCars e confira veículo, motor, combustível e período. Depois confirme o código na peça e no catálogo oficial mais recente.

Esta tabela é para bobinas de carros ou motos?

Os códigos foram extraídos da seção de bobinas para automóveis da tabela de aplicação NGK/NTK de abril de 2024. Não devem ser transferidos automaticamente para motocicletas.

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