Resposta rápida
Este PDF reúne o capítulo 5 do manual de serviço da Honda XRE 300, dedicado ao sistema de alimentação e à injeção eletrônica PGM-FI. O documento apresenta especificações, torques, ferramentas, códigos de falha, leitura da luz MIL, diagnóstico de sensores, pressão e vazão de combustível, bomba, relé, corpo do acelerador, IACV, injetor, ECM, sensor de oxigênio e sistema PAIR.
O material identifica as aplicações como XRE300 e XRE300A e pode ser visualizado ou baixado gratuitamente nesta página.
Manual de serviço Honda XRE 300 do sistema PGM-FI
O PGM-FI é o sistema de injeção eletrônica utilizado para controlar o fornecimento de combustível e o funcionamento do motor. O ECM recebe informações de diferentes sensores, processa esses sinais e controla componentes como injetor, bomba de combustível, bobina de ignição, IACV e válvula PAIR.
Este capítulo não é apenas uma apresentação geral da injeção. Ele traz procedimentos completos de diagnóstico, localização de conectores, medições elétricas, remoção, instalação e inspeção dos principais componentes.
Quando o sintoma puder envolver mais de um sistema, use também o manual de diagnóstico de defeitos da XRE 300. Para acompanhar alimentação, aterramentos, fusíveis e ligações entre o ECM e os componentes, consulte o diagrama elétrico completo da XRE 300.
| Informação | Conteúdo confirmado no documento |
|---|---|
| Documento | Manual de serviço Honda XRE 300 – Capítulo 5 |
| Sistema | Sistema de alimentação e injeção eletrônica PGM-FI |
| Aplicações impressas | XRE300 e XRE300A |
| Extensão | 55 páginas no arquivo disponibilizado |
| Idioma | Português |
| Conteúdo principal | Diagnóstico, códigos MIL, sensores, combustível, corpo do acelerador, injetor, ECM e sistema PAIR |
O que você encontra no PDF
O índice interno divide o capítulo em seções que vão das informações gerais aos procedimentos de inspeção e substituição dos componentes.
| Seção | Página indicada no manual | Assunto |
|---|---|---|
| Componentes do sistema | 5-2 | Vista explodida e localização geral dos componentes. |
| Informações de serviço | 5-3 | Cuidados, especificações, torques e ferramentas especiais. |
| Diagnóstico por sintomas | 5-5 | Partida difícil, marcha lenta irregular, alto consumo, falhas e problemas no MIL. |
| Localização do PGM-FI | 5-6 | Posição dos sensores, ECM, bomba, relé, DLC, fusíveis e corpo do acelerador. |
| Diagrama do PGM-FI | 5-7 | Ligações entre ECM, sensores, atuadores, painel e alimentação. |
| Localização dos conectores | 5-8 a 5-9 | Conectores da unidade de sensores, EOT, IACV, injetor, O2, ECM e sensor de inclinação. |
| Autodiagnóstico | 5-10 a 5-12 | Leitura e limpeza de códigos, DLC, conector SCS e dispositivo de teste do ECM. |
| Índice de códigos MIL | 5-13 | Relação das piscadas, falhas, causas e sintomas. |
| Diagnóstico do MIL | 5-14 a 5-27 | Testes detalhados dos sensores e circuitos relacionados aos códigos. |
| Circuito do MIL | 5-28 a 5-29 | Diagnóstico quando a luz não acende ou permanece acesa. |
| Linha de combustível | 5-30 a 5-34 | Alívio de pressão, engates rápidos, teste de pressão e teste de vazão. |
| Tanque e bomba | 5-35 a 5-38 | Remoção do tanque, inspeção da bomba e teste do relé. |
| Filtro de ar | 5-39 a 5-42 | Remoção, instalação e desmontagem da carcaça. |
| Corpo do acelerador | 5-42 a 5-46 | Remoção, montagem, limpeza e reinicialização da posição fechada. |
| IACV e injetor | 5-47 a 5-48 | Inspeção, remoção, instalação, anéis e torques. |
| Sensores e ECM | 5-49 a 5-52 | Unidade de sensores, EOT, inclinação do chassi, ECM e sensor de O2. |
| Sistema PAIR | 5-53 a 5-54 | Inspeção da válvula solenoide e da válvula de inspeção PAIR. |
Componentes identificados no sistema PGM-FI
As ilustrações das páginas 5-6 e 5-7 mostram a localização física dos componentes e suas ligações com o ECM.
| Grupo | Componentes apresentados |
|---|---|
| Controle eletrônico | ECM, DLC, conector SCS, painel de instrumentos e luz MIL. |
| Unidade de sensores | Sensor MAP, sensor TP e sensor IAT. |
| Sensores do motor | Sensor EOT, sensor CKP, sensor de O2 e sensor de inclinação do chassi. |
| Alimentação de combustível | Tanque, bomba, relé, filtro, mangueiras, engates rápidos e injetor. |
| Admissão | Carcaça do filtro de ar, corpo do acelerador, cabos, unidade de sensores e IACV. |
| Segurança do funcionamento | Interruptor de ponto morto, embreagem, cavalete lateral e inclinação do chassi. |
| Emissões | Sensor de O2, aquecedor do sensor de O2, válvula solenoide PAIR e válvula de inspeção PAIR. |
Especificações técnicas do PGM-FI da XRE 300
| Item | Especificação do manual |
|---|---|
| Identificação do corpo do acelerador | GQ3JA |
| Marcha lenta | 1.400 ± 100 rpm |
| Folga da manopla do acelerador | 2 a 6 mm |
| Resistência do sensor EOT a 20°C | 2,5 a 2,8 kΩ |
| Resistência do sensor EOT a 100°C | 0,21 a 0,23 kΩ |
| Resistência do injetor a 20°C | 11,6 a 12,4 Ω |
| Pressão de combustível em marcha lenta | 294 kPa, equivalente a 3,0 kgf/cm² ou 43 psi, conforme a tabela da página 5-3 |
| Vazão mínima da bomba a 12 V | 136 cm³ em 10 segundos |
Valores de torque do sistema PGM-FI
| Componente ou fixação | Torque |
|---|---|
| Parafuso Torx da IACV | 2,1 N·m |
| Parafuso Torx da unidade de sensores | 3,4 N·m |
| Parafuso de fixação do injetor | 5,1 N·m |
| Parafuso do suporte dos cabos do acelerador | 3,4 N·m |
| Parafuso do suporte da presilha da mangueira | 3,4 N·m |
| Parafuso da presilha da mangueira de combustível | 3,4 N·m |
| Sensor EOT | 14,5 N·m |
| Sensor de O2 | 25 N·m |
| Sensor de inclinação do chassi | 1,5 N·m |
| Tampa da válvula de inspeção PAIR | 5,2 N·m |
Atenção: o corpo do acelerador é pré-ajustado de fábrica. O manual determina que os parafusos e porcas marcados com tinta branca não sejam soltos nem reapertados.
Ferramentas especiais relacionadas no manual
| Ferramenta | Código indicado |
|---|---|
| Manômetro de combustível | 07406-0040004 |
| Manômetro do coletor de admissão | 07ZAJ-S5A0111 |
| Acessório da mangueira 9 mm/9 mm | 07ZAJ-S5A0120 |
| Acessório da mangueira 6 mm/9 mm | 07ZAJ-S5A0130 |
| Acessório de conexão 6 mm/9 mm | 07ZAJ-S5A0150 |
| Dispositivo de teste do ECM 33P | 070MZ-MCA0100 |
| Conector SCS | 070PZ-ZY30100 |
| Presilha da mangueira | 07614-0050101 |
| Pino da mangueira | 07HGZ-0010100 |
Códigos de falha da injeção da XRE 300
A tabela da página 5-13 relaciona o número de piscadas da luz MIL com o sensor ou atuador monitorado pelo sistema.
| Piscadas | Circuito ou componente | Possível efeito indicado |
|---|---|---|
| 1 | Sensor MAP ou seu circuito | O motor pode continuar funcionando com valor pré-programado de 70 kPa. |
| 7 | Sensor EOT ou seu circuito | Pode ocorrer dificuldade de partida em baixa temperatura; valor pré-programado de 90°C. |
| 8 | Sensor TP ou seu circuito | Pode ocorrer aceleração inadequada; valor pré-programado de 0°. |
| 9 | Sensor IAT ou seu circuito | O motor pode continuar funcionando com valor pré-programado de 50°C. |
| 12 | Injetor de combustível ou seu circuito | O motor não dá partida; injetor, bomba e bobina são desativados. |
| 21 | Sensor de O2 ou seu circuito | O manual informa que o motor pode continuar funcionando normalmente. |
| 23 | Aquecedor do sensor de O2 | O manual informa que o motor pode continuar funcionando normalmente. |
| 29 | IACV ou seu circuito | Motor pode morrer, apresentar partida difícil ou marcha lenta irregular. |
| 54 | Sensor de inclinação do chassi | O manual informa que o motor pode continuar funcionando normalmente. |
As possíveis causas incluem conectores soltos, mau contato, circuitos abertos, curto-circuitos, fios danificados ou falha do próprio sensor ou atuador. O código não deve ser usado isoladamente para condenar uma peça.
Como contar as piscadas da luz da injeção
O manual informa que o MIL utiliza piscadas longas e curtas:
- uma piscada longa dura aproximadamente 1,3 segundo;
- uma piscada curta dura aproximadamente 0,5 segundo;
- cada piscada longa equivale a dez piscadas curtas;
- duas piscadas longas e cinco curtas representam o código 25;
- quando existem vários códigos, eles são indicados em ordem numérica crescente.
Ao ligar a ignição, a luz MIL deve permanecer acesa por alguns segundos e apagar. Caso ela não acenda ou permaneça ligada, o capítulo apresenta procedimentos específicos para conferir seu circuito.
Diagnóstico correto: conte o padrão completo antes de desligar a ignição e confirme o código na tabela correspondente à XRE 300. Códigos de outras motocicletas não devem ser aplicados automaticamente.
Diagnóstico por sintomas abordado no capítulo
| Sintoma | Pontos indicados pelo manual |
|---|---|
| Motor gira, mas não pega | Bomba de combustível, sistema de ignição, mangueira, filtro, combustível, vazamento de admissão e IACV. |
| Bomba não faz ruído ao ligar a ignição | Alimentação e terra do ECM, bomba, relé, interruptor do motor e circuitos relacionados. |
| Motor morre ou tem partida difícil | Marcha lenta, IACV, pressão e vazão, mangueiras, combustível contaminado, admissão e ignição. |
| Marcha lenta irregular | IACV, entrada de ar, ajuste da manopla, filtro de ar, ignição e parte superior do motor. |
| Falhas durante a aceleração | Sistema de ignição, injetor, alimentação de combustível e vazamentos de admissão. |
| Consumo elevado ou baixo desempenho | Pressão e vazão, filtro de ar, injetor, mangueiras e sistema de ignição. |
| Pós-combustão | Sistema PAIR e sistema de ignição. |
| MIL nunca acende | Circuito da luz MIL, painel, alimentação e fiação. |
| MIL permanece aceso | Circuito do MIL, DLC, fiação e ECM. |
Falhas de vela, bobina, sensor CKP e ausência de faísca devem ser aprofundadas no manual do sistema de ignição. Quando a investigação indicar compressão, sincronização ou desgaste interno, consulte os capítulos de cabeçote e válvulas e de cilindro e pistão.
Alguns valores de teste apresentados no manual
Além da tabela de especificações, o capítulo apresenta valores usados durante as sequências de diagnóstico.
| Teste | Valor ou condição indicada |
|---|---|
| Alimentação da unidade de sensores | 4,75 a 5,25 V |
| Saída do sensor MAP | 2,6 a 3,2 V no procedimento descrito |
| Saída do sensor IAT a 20°C | 2,7 a 3,1 V |
| Resistência do sensor IAT a 20°C | 1 a 4 kΩ |
| Sensor de inclinação na horizontal | 3,6 a 4,4 V |
| Sensor inclinado a 55 ± 5° | 0,7 a 1,3 V |
| Alimentação do ECM | Voltagem da bateria no terminal indicado |
| Funcionamento inicial da bomba | A bomba deve ser acionada por aproximadamente 2 segundos ao ligar a ignição |
| Funcionamento da IACV | O motor de passo deve emitir ruído de funcionamento ao ligar a ignição |
Os valores devem ser usados dentro da sequência de diagnóstico indicada pelo manual, respeitando os terminais, conectores, temperatura e condição de medição. Um número isolado não confirma sozinho que o componente está defeituoso.
Antes de condenar ECM, bomba, relé ou sensores por baixa tensão, confira a bateria, o aterramento e o sistema de carga no capítulo de bateria e sistema de carga.
Pressão e vazão da bomba de combustível
O capítulo ensina a aliviar a pressão da linha, desconectar os engates rápidos, elevar novamente a pressão, verificar vazamentos e medir pressão e vazão com ferramentas apropriadas.
| Referência | Valor utilizado no capítulo |
|---|---|
| Pressão da linha em marcha lenta | 294 kPa, 3,0 kgf/cm² ou 43 psi na tabela de especificações |
| Vazão mínima | 136 cm³ em 10 segundos, com alimentação de 12 V |
| Tempo de acionamento inicial | Aproximadamente 2 segundos após ligar a ignição |
| Fio positivo verificado na bomba | Marrom/Vermelho |
| Fio de aterramento da bomba | Verde |
Se a pressão ou a vazão estiver abaixo do padrão, o manual orienta verificar vazamentos, mangueira dobrada ou obstruída, filtro de combustível, alimentação elétrica, aterramento, relé e bomba.
Risco de incêndio: testes com gasolina exigem ambiente ventilado, recipiente apropriado e ausência total de cigarro, chama, faísca, solda ou componentes muito quentes.
Nota importante sobre a pressão informada no PDF
O próprio documento apresenta uma divergência numérica que merece atenção:
- a tabela de especificações da página 5-3 informa 294 kPa, 3,0 kgf/cm² e 43 psi;
- o procedimento da página 5-34 imprime 249 kPa, mas mantém entre parênteses 3,0 kgf/cm² e 43 psi.
Como 3,0 kgf/cm² e 43 psi correspondem a aproximadamente 294 kPa, os valores em unidades diferentes da página 5-34 não são equivalentes ao número de 249 kPa impresso naquela linha.
Recomendação: não utilize o valor isolado de 249 kPa para condenar ou aprovar a bomba. Confirme a especificação aplicável ao ano e à versão da motocicleta antes do diagnóstico.
Principais procedimentos encontrados no manual
Linha e tanque de combustível
- alívio da pressão antes de desconectar a mangueira;
- remoção e instalação dos engates rápidos;
- substituição dos retentores e borrachas de conexão;
- elevação da pressão e verificação de vazamentos;
- teste de pressão e vazão;
- remoção e instalação do tanque.
Bomba e relé
- verificação do acionamento inicial por dois segundos;
- medição da alimentação no conector da bomba;
- verificação do circuito de terra;
- teste do relé com bateria de 12 V;
- remoção do conjunto da bomba sem desmontá-lo internamente.
Corpo do acelerador
- remoção dos cabos, conectores e linha de combustível;
- posição correta da braçadeira do isolante;
- limpeza das passagens usando ar comprimido;
- proibição de usar arame nas passagens;
- reinicialização da posição completamente fechada após remover a unidade de sensores.
Sensores e atuadores
- inspeção e instalação da IACV;
- remoção do injetor e substituição dos anéis;
- substituição da unidade de sensores;
- remoção e teste do sensor EOT;
- teste do sensor de inclinação do chassi;
- alimentação e aterramento do ECM;
- remoção e instalação do sensor de O2;
- inspeção do sistema de ar secundário PAIR.
Cuidados técnicos destacados pelo manual
- trabalhar em local com ventilação adequada;
- não fumar nem permitir chama ou faísca perto da gasolina;
- aliviar a pressão antes de abrir a linha de combustível;
- não dobrar nem torcer as mangueiras e cabos;
- não aplicar limpa-carburador dentro do corpo do acelerador;
- não alterar os ajustes protegidos com tinta branca;
- evitar a entrada de sujeira nas passagens de ar e admissão;
- substituir anéis de vedação e peças de conexão quando determinado;
- não aplicar óleo ou graxa no orifício de ar do sensor de O2;
- não trabalhar no sensor de O2 enquanto ele estiver quente;
- utilizar multímetro digital e ferramentas adequadas.
O conteúdo é destinado a consulta técnica. Trabalhos envolvendo combustível pressurizado, eletricidade, injeção e funcionamento do motor devem ser executados por pessoa capacitada.
Para inspeções periódicas de filtro de ar, vela, cabos, marcha lenta e demais itens preventivos, consulte também o manual de manutenção da Honda XRE 300.
Este manual serve para qual ano da XRE 300?
As páginas do documento identificam as aplicações como XRE300/A, mas não apresentam no próprio capítulo uma relação explícita de anos, números de chassi ou códigos comerciais de todas as versões compatíveis.
Antes de aplicar os procedimentos, compare:
- ano e versão exatos da motocicleta;
- identificação do corpo do acelerador;
- formato e quantidade de pinos dos conectores;
- posição do ECM e dos componentes;
- cores da fiação;
- valores de pressão, resistência e voltagem;
- presença do sistema ABS na XRE300A.
Aplicação segura: use o documento quando os componentes, conectores e especificações coincidirem com a motocicleta que está sendo inspecionada.
O manual do proprietário da Honda XRE 300 pode ajudar a confirmar identificação, comandos, luzes de advertência e orientações gerais da motocicleta antes do diagnóstico.
Visualizar o manual PGM-FI da Honda XRE 300
O visualizador abaixo possui área ampliada e responsiva. Em celulares e tablets, use o zoom do leitor ou abra o PDF em uma nova guia para observar diagramas, conectores e fotografias com mais detalhes.
Baixar o manual de serviço da XRE 300 PGM-FI
Use os botões abaixo para salvar o arquivo no aparelho ou abrir o documento original em uma nova guia.
Arquivo: manual-de-servico-honda-xre-300-sistema-pgm-fi.pdf
Conteúdos relacionados
Continue a consulta com os capítulos que complementam o diagnóstico da injeção, alimentação, ignição e funcionamento do motor:
Perguntas frequentes sobre o PGM-FI da XRE 300
O que este manual da XRE 300 ensina?
O PDF apresenta o sistema PGM-FI, especificações, torques, códigos MIL, diagnóstico dos sensores, linha de combustível, bomba, relé, filtro de ar, corpo do acelerador, IACV, injetor, ECM, sensor de O2 e sistema PAIR.
Quais são os códigos de falha da XRE 300 presentes no PDF?
O documento relaciona os códigos 1, 7, 8, 9, 12, 21, 23, 29 e 54, associados respectivamente ao MAP, EOT, TP, IAT, injetor, sensor de O2, aquecedor do O2, IACV e sensor de inclinação do chassi.
Qual é a pressão de combustível da XRE 300?
A tabela de especificações da página 5-3 informa 294 kPa, equivalente a 3,0 kgf/cm² ou 43 psi. O PDF apresenta uma divergência na página 5-34, onde aparece 249 kPa ao lado das unidades equivalentes a aproximadamente 294 kPa.
Qual é a vazão mínima da bomba da XRE 300?
O capítulo informa vazão mínima de 136 cm³ em 10 segundos, com alimentação de 12 V, no procedimento específico apresentado pelo manual.
Qual é a marcha lenta especificada?
A marcha lenta indicada na tabela de especificações é de 1.400 ± 100 rpm.
O que significa o código 12 da XRE 300?
O código 12 está relacionado ao circuito do injetor de combustível. O manual informa que, nessa condição, o motor não dá partida e que injetor, bomba e bobina de ignição são desativados.
O que significa o código 29 da XRE 300?
O código 29 está relacionado à IACV ou ao seu circuito. Entre os sintomas indicados estão motor morrendo, dificuldade de partida e marcha lenta irregular.
O PDF mostra como apagar os códigos de falha?
Sim. O capítulo apresenta o procedimento de leitura e limpeza da memória de autodiagnóstico por meio do DLC e do conector SCS.
Este manual serve para todas as XRE 300?
O documento identifica as aplicações como XRE300 e XRE300A, mas não apresenta uma faixa explícita de anos no capítulo. É necessário confirmar ano, versão, conectores, componentes e especificações antes de usar os procedimentos.









Deixe seu Comentário